Já é 2011 e só posso desejar uma coisa: que 2011 seja tão maravilhoso quanto foi 2010. Não posso pedir nada além disso, posso dizer que depois de muita luta, vários sonhos foram se realizando neste ano.
Juntos a gente conseguiu mais do que coisas materiais, conseguimos ter a certeza que o amor verdadeiro existe, que fomos feitos um para o outro e para sempre vamos estar juntos.
Tivemos a certeza que somos um casal muito abençoado e querido por nossos amigos (até daqueles que vemos muito pouco!) e isso não tem preço.
1. Apartamento próprio: ok (apesar da obra ainda não ter terminado, já temos o nosso lar!)
2. Aumentar as vendas dos bombons e juntar dindim para pagar o casório: ok (muitas noites sem dormir)
3. Passar no concurso e conseguir mais dindim e estabilidade: ok (realizado em 01/10/2010)
4. Casório: ok (em 13 de novembro de 2010)
5. Carro próprio: ok
Então, gente, é isso! Que 2011 venha e seja tão bom e maravilhoso quanto 2010!!!
sábado, 1 de janeiro de 2011
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Noivado real
Mesmo sendo eu uma ex-noiva fissurada no assunto, não consigo entender como o noivado do princípe William e Kate dá tanto ibope. Acabei de ler uma notícia que uma empresa inglesa de porcelana já fez um monte de itens com a cara dos noivos. O que vcs acham disso, é meio brega né!?
Segue a matéria para quem quiser ler: http://www.guiadecasamento.com.br/gc-08-12-2010-casamento-william-kate-movimenta-economia.php
Segue a matéria para quem quiser ler: http://www.guiadecasamento.com.br/gc-08-12-2010-casamento-william-kate-movimenta-economia.php
Tipos de cerimônia de casamento
Meninas, li essa matéria hoje e adorei! São citados alguns tipos de cerimônia. Como sou católica acabo preferindo esta cerimônia, mas como meu noivo é filho de japonês, bem que eu acharia legal ter casado conforme o costume deles. A gente chegou a ganhar a roupa de uma prima japonesa deles, mas acabamos não usando em nenhum momento. Uma pena, íamos ficar lindos. De repente a gente faz uma versão "Foto Casamento" como os japoneses têm feito hj e aí enviamos para ela de lembrança.
Uma cerimônia que tb é super bonita e cheia de sentimento é a judaica. Fui em uma e amei!
Segue o link para a matéria do Bolsa de Mulher: http://www.bolsademulher.com/amor/cerimonias-de-casamento-103856.html
Entrar na igreja de vestido branco, véu e grinalda ao som da marcha nupcial é o sonho de muitas mulheres. Mas nem só de alianças de ouro e chuva de arroz vivem as bodas. Você já imaginou ter o pé pisado pelo seu noivo como um sinal de amor? E se fosse proibido estourar champanhe na festa? Tem noiva que faz sua entrada rumo ao altar com a sogra ao lado...
Nas diversas culturas e religiões em todo o mundo, ritos sagrados se misturam a tradições locais e dão origem a diferentes tipos de celebrações. O Bolsa de Mulher entrevistou especialistas e autoridades no assunto, e montou um panorama dos costumes na hora do "sim" espalhados pelos quatro cantos do planeta.
União católica
O Monsenhor Sérgio Costa Couto conta como foi construído, ao longo da história, o casamento na religião católica: "Este sacramento existe desde que o mundo é mundo. No início, a família levava a noiva à casa do noivo e já eram considerados casados. Com o tempo, sentiu-se a necessidade de uma benção mais significativa. Daí surgiram os ritos". A partir de então a Igreja institucionalizou o rito dividindo-o em partes: "São elas: a entrada dos noivos, as leituras bíblicas sobre o casamento, a pregação e a troca de votos. Na verdade, a parte essencial é a declaração mútua de aceitação como casal. O resto todo é dispensável".
Para Monsenhor Costa Couto, os costumes variam entre os povos e não é ingerência da religião determiná-los. "Nos EUA, por exemplo, eles fazem a cerimônia das velas, na qual os pais, juntos com os filhos que vão se casar, acendem uma vela maior pedindo que a luz de Cristo ilumine o caminho de ambos, que passa a ser único", explica. Nos países hispânicos existe o cambio de las arras, quando os noivos trocam moedas em simbolismo da partilha de bens. Outro hábito diferente pode ser visto na Alemanha, onde os noivos colocam a aliança de casamento na mão direita: "Existe uma antiga lenda de que havia uma ligação direta entre esse dedo e o coração".
Uma das poucas exigências nas celebrações católicas tem a ver com o lugar, pois elas devem acontecer em uma igreja. Monsenhor enfatiza que celebrações fora dos templos católicos só podem ser permitidas pelo bispo. "Não tem por que ser fora da igreja. Se encontrar alguém que realize isso, desconfie", avisa.
Na realização das festas, a única recomendação é que não se torne incoerente aquilo que foi celebrado na igreja. "Recomenda-se que elas sejam alegres, não promíscuas nem incoerentes com o sacramento que se acabou de celebrar", conclui.
Casamento Grego Ortodoxo
O professor de literatura grega da UFRJ e diácono da igreja ortodoxa Henrique Cairus aponta que, apesar de igrejas-irmãs, as cerimônias ortodoxas e católicas apresentam algumas características distintas. "A principal delas está na oficialização, que na igreja ortodoxa é feita pelo sacerdote. Os noivos entram mudos e saem calados. Não existe a hora do sim, por exemplo", cita.
De acordo com Cairus, o fato de o casal estar presente já representa uma aceitação mútua. Ele acrescenta: "Durante a cerimônia, os noivos bebem três goles da mesma taça de vinho, simbolizando que não haverá mais segredos entre ambos". O momento que representa a união acontece na coroação: "Após as alianças serem colocadas pelos padrinhos, o casal é coroado. Aí, sim, está oficializado o matrimônio".
As coroas podem ser feitas com flores ou em ouro, como acontece até hoje na Rússia, lembrando as dos antigos imperadores. "Varia muito com a condição financeira dos noivos. Essas coroas são atadas uma a outra por um lenço enlaçado, demonstrando que o poder só existe na união dos dois". Na cerimônia, as coroas são trocadas três vezes entre os noivos, como forma de demonstrar que não há diferença entre a posição da mulher e a do homem na relação: "A coroa simboliza o poder na casa e as graças do Espírito Santo sobre a cabeça dos recém-casados".
No cinema, a comédia-romântica "Casamento Grego" despertou a curiosidade do público pelos ritos matrimoniais ortodoxos. E eles são muitos, já que, como conta Cairus, a religião permite que se reproduzam costumes locais nas uniões. "As tradições regionais têm liberdade na cerimônia ortodoxa. Na Grécia, os noivos já entram na igreja juntos. Existem regiões gregas em que o noivo pisa no pé da noiva, por exemplo. Mas não só na Grécia. Na Ucrânia, também adepta da religião ortodoxa, a noiva tradicionalmente usa vermelho", destaca.
Judaísmo
Entre os judeus, a cerimônia é normalmente realizada ao ar livre. "A preferência é que seja ao ar livre para relembrar o tempo em que o povo vivia em tendas. A única cobertura é o pálio que está sobre o altar, onde os noivos devem chegar para receber a benção do rabino", diz David Gorodovits, diretor-executivo do Centro de História e Cultura Judaica.
Esse pálio, chamado de chupá, deve ter apenas quatro apoios de madeira, como revela Gorodovits, que fala da entrada dos noivos rumo ao altar: "Tradicionalmente, o noivo entra primeiro, juntamente com o pai e o sogro, e depois fica sozinho sob a chupá. Em seguida, a noiva faz sua entrada com a mãe e a sogra. Antes de chegar ao pálio, ela dá sete voltas em torno do altar para simbolizar que estarão unidos pelos sete dias da semana", explica.
O matrimônio é dividido em duas partes. A primeira é uma única benção proferida pelo rabino: "Essa benção é consumada quando o noivo bebe um gole e oferece à esposa do mesmo cálice". Na segunda parte, assim como as voltas, sete também são as bençãos proferidas que consagram a união.
"Às vezes, alguns convidados são chamados para dizer algumas das bençãos. Existe uma, mais poética, que normalmente é feita pelo Chzam, o cantor litúrgico. Ao final de cada benção, o casal deve repetir o ritual de beber no mesmo cálice", narra. Ao final das sete bençãos, chega o momento de firmarem o compromisso, também simbolizado pelas alianças de ouro: "O significado é o mesmo: uma aliança sem fim".
Outra curiosidade no rito judaico é o jejum. "Durante todo o dia e até o final da cerimônia, os noivos não podem comer. Após o casamento, aí sim, eles fazem o desjejum juntos, apenas os dois, antes mesmo de entrarem na festa para a recepção dos convidados. Na festa, costuma-se colocar uma colher de prata no chão para que os recém-casados passem por cima dela. Essa atitude simboliza que eles devem passar por cima da riqueza sem serem oprimidos por ela", traduz Gorodovits.
União japonesa
Até nas cerimônias de casamento os japoneses se utilizam de pouco espaço. De acordo com Lumi Toyoda, pesquisadora e consultora de etiqueta social e empresarial japonesa, uma cerimônia muito comum na religião xintoísta, a principal do país, tem o nome de Sun Sun Kudo. Nesse tipo de celebração, geralmente só participam os noivos, os pais e os padrinhos, além dos sacerdotes. "Nem sempre os convidados comparecem à cerimônia. Na maioria das vezes, eles vão apenas à recepção", conta a especialista em cultura japonesa.
O ritual, continua Toyoda, consiste em uma espécie de brinde com sakê tomado em três cálices sobrepostos. Os cálices são de três tamanhos diferentes, numa espécie de tigela rasa, típica do país: "O primeiro a tomar é o noivo, depois vem a noiva e em seguida os padrinhos. Por fim, os demais presentes. Cada um toma o sakê em três goles em cada cálice". Segundo ela, o significado é de uma aliança sacramentada três vezes: "Já que o número três não pode ser dividido por dois, quer dizer que essa benção só é possível a dois".
No vestuário, os tradicionais quimonos. Mais exigido no caso da mulher, o homem pode trajar um terno ou fraque, por opção. Mas a especialista faz uma ressalva: "Os noivos sempre carregam um leque, que faz parte dos trajes tradicionais masculino e feminino de casamento". Há um outro ritual que despertaria controvérsia. Em algumas celebrações, a noiva entra no altar com chifres cobertos por uma touca branca. Toyoda esclarece: "O sentido de chifre é diferente. Aqui significa a bravura da mulher escondida perante seu futuro marido".
A noiva usa o branco, segundo ela, para significar a pureza. O kimono é completamente branco e dispensam-se colares, correntes, pulseiras brincos e anéis. O esmalte deve ser discreto, alternando entre o transparente e o levemente rosado. O penteado segue o estilo tradicional. "Muitas vezes, quando não conseguem fazer o coque, as mulheres usam perucas com bastantes ornamentos coloridos, principalmente dourados", descreve.
As cerimônias normalmente são realizadas nos templos xintoístas, mas, como em muitos casos eles não são fechados e muito pequenos, é comum ocorrerem cerimônias em locais públicos. "Está na moda", destaca a especialista. Nos templos, no entanto, o cerimonial é repleto de discrição e reverência: "É comum os sacerdotes usarem a vestimenta semelhante aos membros masculinos da família real para realizar o matrimônio". No altar, onde os noivos tomam o sakê, são colocadas bençãos: "São as colheitas da terra e do mar. Hortaliças, frutas, peixe, algas marinhas. Na bandeja central do altar é que fica o sakê", conta Toyoda.
Ao final da cerimônia, os noivos se encaminham para a recepção, onde fazem a confraternização com os seus convidados. "Antigamente a festa era realizada na casa do noivo. Hoje as festas acontecem em bufês, restaurantes ou locais apropriados", esclarece a pesquisadora. Toyoda aponta a última novidade nas uniões japonesas: "É a 'foto casamento', para noivos que não querem realizar um enlace formal. Eles se vestem somente para tirar fotos para futuras lembranças", conclui.
Hinduísmo
O casamento hindu é o que mais se diferencia no cerimonial, como conta Vijaya Marga Dasa, diretor administrativo da comunidade hinduísta Nova Gokula, de Pindamonhangaba, São Paulo: "Não existe uma cerimônia específica para o casamento, o que muda é apenas a liturgia feita". A consagração é realizada através de um ritual de fogo conhecido como Agnihotra: "Ele é utilizado em várias outras celebrações, não apenas em casamentos. Monta-se uma arena de tijolos cheias de areia e nela colocam-se cinco tipos de cores, frutas, incensos e temperos, além de cocos frescos. Tudo isso forrado por folhas de bananeira". A escolha de cinco tipos de cada ingrediente simbolizam os cinco elementos da natureza.
O sacerdote conduz a cerimônia e convida os pais para sentar ao redor da arena ao lado dos noivos. A partir daí, com um brahmana (sacerdote) a cargo da liturgia, o ritual passa para o momento das promessas, repetidas pelo casal. Durante a cerimônia, por diversas vezes, alguns dos presentes são convidados a oferecer elementos ao altar de fogo após pronunciarem os mantras: "A cada mantra, os convidados oferecem cominho, coentro, cevada e trigo em pratos de cerâmica. Então o sacerdote vai com a concha de óleo de manteiga e alimenta o fogo".
A indumentária dos noivos, no lugar do paletó e do vestido branco dos católicos, são as roupas tradicionais indianas: "A roupa da noiva é vermelha, o chamado Sari, sempre muito bem ornamentada com brincos nas orelhas e no nariz e pinturas decorativas na pele. O homem normalmente usa o Dhoti, aquele saiote, juntamente com a túnica, chamada Kurta. Na Índia eles costumam usar turbante e chegam ao casamento montados em elefantes", narra Marga Dasa.
No momento da formalização do casamento, os hinduístas realizam o ritual das guirlandas de flores. "Os noivos escolhem um amigo para fazer a entrega das guirlandas. O noivo coloca o colar na noiva e vice-versa. Depois, ambos amarram as vestes um no outro e trocam de lugar", descreve Marga Dasa, acrescentando que o ritual significa que todos têm poderes iguais na relação.
A consumação final acontece na imposição da Bindi, o sinal que atesta à sociedade que aquela mulher é casada. "O marido pega uma cúrcuma (uma especiaria parecida com o açafrão), coloca em um dos dedos e toca no meio da face de sua esposa. Também espalha na linha que divide o cabelo ao meio. Simboliza que ela é uma mulher casada e todos devem respeitá-la", afirma.
Ao final, os noivos dão sete voltas ao redor da arena e, a partir daí, inicia-se a celebração. Marga Dasa conta que todos os elementos oferecidos na arena serão dados pelos noivos aos convidados. Segundo ele, a festa só tem uma restrição: "Não pode ter carne no cardápio, já que somos todos vegetarianos".
Budismo
Segundo o especialista Khaled Assary, a cerimônia começa com os mesmos rituais praticados nas outras celebrações budistas. Após uma homenagem a Buda, são proclamados os três refúgios: os nubentes repetem frases de compromisso com Buda, com Dhamma (ensinamentos e doutrinas de Buda) e com Sangha (comunidade budista). Em seguida, são repetidos os cinco preceitos básicos do budismo. "Não destruir os seres vivos, não roubar, abstenção de comportamento sexual errôneo, de maneiras errôneas de falar e de substâncias psicoativas com altas doses químicas", complementa.
A partir daí, acontecem oferendas no altar. "São três tipos: a vela, o incenso e as flores", descreve Assary. Cada oferta tem uma simbologia distinta. Na primeira, a da vela, o significado está na chama, símbolo da luz que dissipa as trevas da ignorância. O monge explica o significado e passa a vela aos pais do noivo, que repassam-na para a noiva, responsável por acendê-la no altar. O mesmo processo acontece com o noivo.
O segundo elemento, o incenso, simboliza que, assim como o seu odor toma conta do lugar, os servos de Buda devem contagiar os que estão à sua volta. O oferecimento do incenso ao altar segue a mesma ordem do da vela. Por fim vêm as flores, que simbolizam a impermanência do corpo. A noiva, nesse momento, oferece ao altar o seu buquê. E a mesma ordenação se segue.
Os próprios noivos devem preparar uma bandeja de frutas para ofertar. "Esse ritual simboliza o amor à natureza. Podem ser quaisquer frutas mais nobres e pequenas para facilitar o transporte ao altar", descreve. No budismo, explica, são aceitas as alianças como forma de oficialização do casamento.
A troca de alianças é seguida pelo ritual do arroz: "São duas vasilhas: uma maior cheia de arroz representando o suprimento mundial de alimento, já que 2/3 das comidas no mundo têm arroz e trigo em sua composição. E a outra pequena, vazia, significando a casa dos noivos. Eles devem encher aquela que representa a sua casa até transbordar". Isso significa, segundo Assary, que primeiro o casal deve suprir a sua casa e depois "deixar transbordar", no intuito de ajudar aos mais necessitados.
O tradicional beijo da noiva nos casamentos ocidentais tem sua correspondência no final do ritual budista. "Ao final da cerimônia, o noivo oferece um buquê maior e mais bonito à noiva para substituir o primeiro oferecido no altar e também em sinal de amor", conclui.
Islâmico
O ritual islâmico é o mais variado. Por ser uma religião muito difundida em diversos povos e línguas distintas, a tradição do Islã é pouco restritiva e detalhista, e os rituais variam bastante nas diversas culturas nas quais se faz presente.
Sami Isbelle, diretor do departamento institucional da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, descreve os pilares das celebrações: "O aceite dos noivos, pois ambos devem estar de acordo, a presença de duas testemunhas, podendo ser qualquer pessoa, e por último o mahar, que muitos traduzem de maneira errada como dote, ganhando uma carga pejorativa". Segundo Isbelle, o dote é uma demonstração da sinceridade do noivo com a esposa e uma maneira de a data "não passar em branco". O diretor ainda destaca: "A futura esposa que deve escolher. O dote pode ser material ou até mesmo simbólico, a decisão é da mulher".
Segundo Isbelle, como no islã não existe uma classe sacerdotal, qualquer líder comunitário da religião pode celebrar a boda. "Atualmente os sheikes, formados pelas faculdades islâmicas, têm se especializado no assunto", comenta. Apesar de não ter surgido na tradição islâmica, o uso das alianças é recomendado para simbolizar socialmente a união conjugal: "Não fere os nossos costumes".
Outro questão interessante envolve a poligamia. Segundo Isbelle, o islâmico não promete ter apenas uma mulher, porém isso não significa infidelidade: "A recomendação é de ter apenas uma mulher. A poligamia é permitida como solução emergencial para manter os vínculos da família, que são muito importantes na nossa cultura". Ele descreve o que considera uma "solução emergencial": "Em épocas de guerras, há um déficit de homens em relação ao número de mulheres. Se não fosse permitida a poligamia, haveria uma grande disputa que poderia levar muitos homens ao adultério e à infidelidade, que é abominável".
Isbelle mostra como os homens devem se comportar nesses casos. "Ele pode se casar com até quatro mulheres, com direitos legais assegurados. Contudo, a ordem é que ele seja igualitário com todas elas em todos os sentidos, porque o profeta diz que, se um homem não conseguir tratar igualmente as suas mulheres, já pode preparar seu lugar no inferno", revela.
Ao final da cerimônia, os noivos partem para a festa de casamento em que a única restrição está no cardápio. "Na alimentação, existem proibições. Não poderá ter carne de porco nem nada que contenha álcool", finaliza.
Uma cerimônia que tb é super bonita e cheia de sentimento é a judaica. Fui em uma e amei!
Segue o link para a matéria do Bolsa de Mulher: http://www.bolsademulher.com/amor/cerimonias-de-casamento-103856.html
Entrar na igreja de vestido branco, véu e grinalda ao som da marcha nupcial é o sonho de muitas mulheres. Mas nem só de alianças de ouro e chuva de arroz vivem as bodas. Você já imaginou ter o pé pisado pelo seu noivo como um sinal de amor? E se fosse proibido estourar champanhe na festa? Tem noiva que faz sua entrada rumo ao altar com a sogra ao lado...
Nas diversas culturas e religiões em todo o mundo, ritos sagrados se misturam a tradições locais e dão origem a diferentes tipos de celebrações. O Bolsa de Mulher entrevistou especialistas e autoridades no assunto, e montou um panorama dos costumes na hora do "sim" espalhados pelos quatro cantos do planeta.
União católica
O Monsenhor Sérgio Costa Couto conta como foi construído, ao longo da história, o casamento na religião católica: "Este sacramento existe desde que o mundo é mundo. No início, a família levava a noiva à casa do noivo e já eram considerados casados. Com o tempo, sentiu-se a necessidade de uma benção mais significativa. Daí surgiram os ritos". A partir de então a Igreja institucionalizou o rito dividindo-o em partes: "São elas: a entrada dos noivos, as leituras bíblicas sobre o casamento, a pregação e a troca de votos. Na verdade, a parte essencial é a declaração mútua de aceitação como casal. O resto todo é dispensável".
Para Monsenhor Costa Couto, os costumes variam entre os povos e não é ingerência da religião determiná-los. "Nos EUA, por exemplo, eles fazem a cerimônia das velas, na qual os pais, juntos com os filhos que vão se casar, acendem uma vela maior pedindo que a luz de Cristo ilumine o caminho de ambos, que passa a ser único", explica. Nos países hispânicos existe o cambio de las arras, quando os noivos trocam moedas em simbolismo da partilha de bens. Outro hábito diferente pode ser visto na Alemanha, onde os noivos colocam a aliança de casamento na mão direita: "Existe uma antiga lenda de que havia uma ligação direta entre esse dedo e o coração".
Uma das poucas exigências nas celebrações católicas tem a ver com o lugar, pois elas devem acontecer em uma igreja. Monsenhor enfatiza que celebrações fora dos templos católicos só podem ser permitidas pelo bispo. "Não tem por que ser fora da igreja. Se encontrar alguém que realize isso, desconfie", avisa.
Na realização das festas, a única recomendação é que não se torne incoerente aquilo que foi celebrado na igreja. "Recomenda-se que elas sejam alegres, não promíscuas nem incoerentes com o sacramento que se acabou de celebrar", conclui.
Casamento Grego Ortodoxo
O professor de literatura grega da UFRJ e diácono da igreja ortodoxa Henrique Cairus aponta que, apesar de igrejas-irmãs, as cerimônias ortodoxas e católicas apresentam algumas características distintas. "A principal delas está na oficialização, que na igreja ortodoxa é feita pelo sacerdote. Os noivos entram mudos e saem calados. Não existe a hora do sim, por exemplo", cita.
De acordo com Cairus, o fato de o casal estar presente já representa uma aceitação mútua. Ele acrescenta: "Durante a cerimônia, os noivos bebem três goles da mesma taça de vinho, simbolizando que não haverá mais segredos entre ambos". O momento que representa a união acontece na coroação: "Após as alianças serem colocadas pelos padrinhos, o casal é coroado. Aí, sim, está oficializado o matrimônio".
As coroas podem ser feitas com flores ou em ouro, como acontece até hoje na Rússia, lembrando as dos antigos imperadores. "Varia muito com a condição financeira dos noivos. Essas coroas são atadas uma a outra por um lenço enlaçado, demonstrando que o poder só existe na união dos dois". Na cerimônia, as coroas são trocadas três vezes entre os noivos, como forma de demonstrar que não há diferença entre a posição da mulher e a do homem na relação: "A coroa simboliza o poder na casa e as graças do Espírito Santo sobre a cabeça dos recém-casados".
No cinema, a comédia-romântica "Casamento Grego" despertou a curiosidade do público pelos ritos matrimoniais ortodoxos. E eles são muitos, já que, como conta Cairus, a religião permite que se reproduzam costumes locais nas uniões. "As tradições regionais têm liberdade na cerimônia ortodoxa. Na Grécia, os noivos já entram na igreja juntos. Existem regiões gregas em que o noivo pisa no pé da noiva, por exemplo. Mas não só na Grécia. Na Ucrânia, também adepta da religião ortodoxa, a noiva tradicionalmente usa vermelho", destaca.
Judaísmo
Entre os judeus, a cerimônia é normalmente realizada ao ar livre. "A preferência é que seja ao ar livre para relembrar o tempo em que o povo vivia em tendas. A única cobertura é o pálio que está sobre o altar, onde os noivos devem chegar para receber a benção do rabino", diz David Gorodovits, diretor-executivo do Centro de História e Cultura Judaica.
Esse pálio, chamado de chupá, deve ter apenas quatro apoios de madeira, como revela Gorodovits, que fala da entrada dos noivos rumo ao altar: "Tradicionalmente, o noivo entra primeiro, juntamente com o pai e o sogro, e depois fica sozinho sob a chupá. Em seguida, a noiva faz sua entrada com a mãe e a sogra. Antes de chegar ao pálio, ela dá sete voltas em torno do altar para simbolizar que estarão unidos pelos sete dias da semana", explica.
O matrimônio é dividido em duas partes. A primeira é uma única benção proferida pelo rabino: "Essa benção é consumada quando o noivo bebe um gole e oferece à esposa do mesmo cálice". Na segunda parte, assim como as voltas, sete também são as bençãos proferidas que consagram a união.
"Às vezes, alguns convidados são chamados para dizer algumas das bençãos. Existe uma, mais poética, que normalmente é feita pelo Chzam, o cantor litúrgico. Ao final de cada benção, o casal deve repetir o ritual de beber no mesmo cálice", narra. Ao final das sete bençãos, chega o momento de firmarem o compromisso, também simbolizado pelas alianças de ouro: "O significado é o mesmo: uma aliança sem fim".
Outra curiosidade no rito judaico é o jejum. "Durante todo o dia e até o final da cerimônia, os noivos não podem comer. Após o casamento, aí sim, eles fazem o desjejum juntos, apenas os dois, antes mesmo de entrarem na festa para a recepção dos convidados. Na festa, costuma-se colocar uma colher de prata no chão para que os recém-casados passem por cima dela. Essa atitude simboliza que eles devem passar por cima da riqueza sem serem oprimidos por ela", traduz Gorodovits.
União japonesa
Até nas cerimônias de casamento os japoneses se utilizam de pouco espaço. De acordo com Lumi Toyoda, pesquisadora e consultora de etiqueta social e empresarial japonesa, uma cerimônia muito comum na religião xintoísta, a principal do país, tem o nome de Sun Sun Kudo. Nesse tipo de celebração, geralmente só participam os noivos, os pais e os padrinhos, além dos sacerdotes. "Nem sempre os convidados comparecem à cerimônia. Na maioria das vezes, eles vão apenas à recepção", conta a especialista em cultura japonesa.
O ritual, continua Toyoda, consiste em uma espécie de brinde com sakê tomado em três cálices sobrepostos. Os cálices são de três tamanhos diferentes, numa espécie de tigela rasa, típica do país: "O primeiro a tomar é o noivo, depois vem a noiva e em seguida os padrinhos. Por fim, os demais presentes. Cada um toma o sakê em três goles em cada cálice". Segundo ela, o significado é de uma aliança sacramentada três vezes: "Já que o número três não pode ser dividido por dois, quer dizer que essa benção só é possível a dois".
No vestuário, os tradicionais quimonos. Mais exigido no caso da mulher, o homem pode trajar um terno ou fraque, por opção. Mas a especialista faz uma ressalva: "Os noivos sempre carregam um leque, que faz parte dos trajes tradicionais masculino e feminino de casamento". Há um outro ritual que despertaria controvérsia. Em algumas celebrações, a noiva entra no altar com chifres cobertos por uma touca branca. Toyoda esclarece: "O sentido de chifre é diferente. Aqui significa a bravura da mulher escondida perante seu futuro marido".
A noiva usa o branco, segundo ela, para significar a pureza. O kimono é completamente branco e dispensam-se colares, correntes, pulseiras brincos e anéis. O esmalte deve ser discreto, alternando entre o transparente e o levemente rosado. O penteado segue o estilo tradicional. "Muitas vezes, quando não conseguem fazer o coque, as mulheres usam perucas com bastantes ornamentos coloridos, principalmente dourados", descreve.
As cerimônias normalmente são realizadas nos templos xintoístas, mas, como em muitos casos eles não são fechados e muito pequenos, é comum ocorrerem cerimônias em locais públicos. "Está na moda", destaca a especialista. Nos templos, no entanto, o cerimonial é repleto de discrição e reverência: "É comum os sacerdotes usarem a vestimenta semelhante aos membros masculinos da família real para realizar o matrimônio". No altar, onde os noivos tomam o sakê, são colocadas bençãos: "São as colheitas da terra e do mar. Hortaliças, frutas, peixe, algas marinhas. Na bandeja central do altar é que fica o sakê", conta Toyoda.
Ao final da cerimônia, os noivos se encaminham para a recepção, onde fazem a confraternização com os seus convidados. "Antigamente a festa era realizada na casa do noivo. Hoje as festas acontecem em bufês, restaurantes ou locais apropriados", esclarece a pesquisadora. Toyoda aponta a última novidade nas uniões japonesas: "É a 'foto casamento', para noivos que não querem realizar um enlace formal. Eles se vestem somente para tirar fotos para futuras lembranças", conclui.
Hinduísmo
O casamento hindu é o que mais se diferencia no cerimonial, como conta Vijaya Marga Dasa, diretor administrativo da comunidade hinduísta Nova Gokula, de Pindamonhangaba, São Paulo: "Não existe uma cerimônia específica para o casamento, o que muda é apenas a liturgia feita". A consagração é realizada através de um ritual de fogo conhecido como Agnihotra: "Ele é utilizado em várias outras celebrações, não apenas em casamentos. Monta-se uma arena de tijolos cheias de areia e nela colocam-se cinco tipos de cores, frutas, incensos e temperos, além de cocos frescos. Tudo isso forrado por folhas de bananeira". A escolha de cinco tipos de cada ingrediente simbolizam os cinco elementos da natureza.
O sacerdote conduz a cerimônia e convida os pais para sentar ao redor da arena ao lado dos noivos. A partir daí, com um brahmana (sacerdote) a cargo da liturgia, o ritual passa para o momento das promessas, repetidas pelo casal. Durante a cerimônia, por diversas vezes, alguns dos presentes são convidados a oferecer elementos ao altar de fogo após pronunciarem os mantras: "A cada mantra, os convidados oferecem cominho, coentro, cevada e trigo em pratos de cerâmica. Então o sacerdote vai com a concha de óleo de manteiga e alimenta o fogo".
A indumentária dos noivos, no lugar do paletó e do vestido branco dos católicos, são as roupas tradicionais indianas: "A roupa da noiva é vermelha, o chamado Sari, sempre muito bem ornamentada com brincos nas orelhas e no nariz e pinturas decorativas na pele. O homem normalmente usa o Dhoti, aquele saiote, juntamente com a túnica, chamada Kurta. Na Índia eles costumam usar turbante e chegam ao casamento montados em elefantes", narra Marga Dasa.
No momento da formalização do casamento, os hinduístas realizam o ritual das guirlandas de flores. "Os noivos escolhem um amigo para fazer a entrega das guirlandas. O noivo coloca o colar na noiva e vice-versa. Depois, ambos amarram as vestes um no outro e trocam de lugar", descreve Marga Dasa, acrescentando que o ritual significa que todos têm poderes iguais na relação.
A consumação final acontece na imposição da Bindi, o sinal que atesta à sociedade que aquela mulher é casada. "O marido pega uma cúrcuma (uma especiaria parecida com o açafrão), coloca em um dos dedos e toca no meio da face de sua esposa. Também espalha na linha que divide o cabelo ao meio. Simboliza que ela é uma mulher casada e todos devem respeitá-la", afirma.
Ao final, os noivos dão sete voltas ao redor da arena e, a partir daí, inicia-se a celebração. Marga Dasa conta que todos os elementos oferecidos na arena serão dados pelos noivos aos convidados. Segundo ele, a festa só tem uma restrição: "Não pode ter carne no cardápio, já que somos todos vegetarianos".
Budismo
Segundo o especialista Khaled Assary, a cerimônia começa com os mesmos rituais praticados nas outras celebrações budistas. Após uma homenagem a Buda, são proclamados os três refúgios: os nubentes repetem frases de compromisso com Buda, com Dhamma (ensinamentos e doutrinas de Buda) e com Sangha (comunidade budista). Em seguida, são repetidos os cinco preceitos básicos do budismo. "Não destruir os seres vivos, não roubar, abstenção de comportamento sexual errôneo, de maneiras errôneas de falar e de substâncias psicoativas com altas doses químicas", complementa.
A partir daí, acontecem oferendas no altar. "São três tipos: a vela, o incenso e as flores", descreve Assary. Cada oferta tem uma simbologia distinta. Na primeira, a da vela, o significado está na chama, símbolo da luz que dissipa as trevas da ignorância. O monge explica o significado e passa a vela aos pais do noivo, que repassam-na para a noiva, responsável por acendê-la no altar. O mesmo processo acontece com o noivo.
O segundo elemento, o incenso, simboliza que, assim como o seu odor toma conta do lugar, os servos de Buda devem contagiar os que estão à sua volta. O oferecimento do incenso ao altar segue a mesma ordem do da vela. Por fim vêm as flores, que simbolizam a impermanência do corpo. A noiva, nesse momento, oferece ao altar o seu buquê. E a mesma ordenação se segue.
Os próprios noivos devem preparar uma bandeja de frutas para ofertar. "Esse ritual simboliza o amor à natureza. Podem ser quaisquer frutas mais nobres e pequenas para facilitar o transporte ao altar", descreve. No budismo, explica, são aceitas as alianças como forma de oficialização do casamento.
A troca de alianças é seguida pelo ritual do arroz: "São duas vasilhas: uma maior cheia de arroz representando o suprimento mundial de alimento, já que 2/3 das comidas no mundo têm arroz e trigo em sua composição. E a outra pequena, vazia, significando a casa dos noivos. Eles devem encher aquela que representa a sua casa até transbordar". Isso significa, segundo Assary, que primeiro o casal deve suprir a sua casa e depois "deixar transbordar", no intuito de ajudar aos mais necessitados.
O tradicional beijo da noiva nos casamentos ocidentais tem sua correspondência no final do ritual budista. "Ao final da cerimônia, o noivo oferece um buquê maior e mais bonito à noiva para substituir o primeiro oferecido no altar e também em sinal de amor", conclui.
Islâmico
O ritual islâmico é o mais variado. Por ser uma religião muito difundida em diversos povos e línguas distintas, a tradição do Islã é pouco restritiva e detalhista, e os rituais variam bastante nas diversas culturas nas quais se faz presente.
Sami Isbelle, diretor do departamento institucional da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, descreve os pilares das celebrações: "O aceite dos noivos, pois ambos devem estar de acordo, a presença de duas testemunhas, podendo ser qualquer pessoa, e por último o mahar, que muitos traduzem de maneira errada como dote, ganhando uma carga pejorativa". Segundo Isbelle, o dote é uma demonstração da sinceridade do noivo com a esposa e uma maneira de a data "não passar em branco". O diretor ainda destaca: "A futura esposa que deve escolher. O dote pode ser material ou até mesmo simbólico, a decisão é da mulher".
Segundo Isbelle, como no islã não existe uma classe sacerdotal, qualquer líder comunitário da religião pode celebrar a boda. "Atualmente os sheikes, formados pelas faculdades islâmicas, têm se especializado no assunto", comenta. Apesar de não ter surgido na tradição islâmica, o uso das alianças é recomendado para simbolizar socialmente a união conjugal: "Não fere os nossos costumes".
Outro questão interessante envolve a poligamia. Segundo Isbelle, o islâmico não promete ter apenas uma mulher, porém isso não significa infidelidade: "A recomendação é de ter apenas uma mulher. A poligamia é permitida como solução emergencial para manter os vínculos da família, que são muito importantes na nossa cultura". Ele descreve o que considera uma "solução emergencial": "Em épocas de guerras, há um déficit de homens em relação ao número de mulheres. Se não fosse permitida a poligamia, haveria uma grande disputa que poderia levar muitos homens ao adultério e à infidelidade, que é abominável".
Isbelle mostra como os homens devem se comportar nesses casos. "Ele pode se casar com até quatro mulheres, com direitos legais assegurados. Contudo, a ordem é que ele seja igualitário com todas elas em todos os sentidos, porque o profeta diz que, se um homem não conseguir tratar igualmente as suas mulheres, já pode preparar seu lugar no inferno", revela.
Ao final da cerimônia, os noivos partem para a festa de casamento em que a única restrição está no cardápio. "Na alimentação, existem proibições. Não poderá ter carne de porco nem nada que contenha álcool", finaliza.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Tentando voltar
Olá, minhas leitoras que ainda não existem. Hoje, já casada, resolvi voltar ao blog. Como meu marido diz, preciso superar e enfiar de vez na minha cabeça que não sou mais noiva. Mas, confesso, é difícil.
Durante todo o processo do casório eu não tinha tempo para nada: o trabalho exaustivo durante o dia e parte da noite, além das madrugas fazendo bombons para ajudar no orçamento me consumiam. Assim, só restavam as poucas madrugadas sem bombons e alguns fins de semana para eu pesquisar tudo o que eu podia e não podia sobre casamento e, é claro, me apaixonei pelo tema.
Hoje, com um pouco mais de tempo (pós-casamento, trabalho novo e adeus bombons na madruga), resolvi voltar para o blog.
Volto porque considero o que meu noivo (hj marido) e eu fizemos bacana demais para não contarmos para mais ninguém. Realizamos um sonho juntos com muita luta e dedicação. E tenho certeza que nossa história pode servir de inspiração para noivas e noivos que querem se casar, fazer o casamento dos sonhos que caiba no bolso de pessoas realistas e que sabem que não precisam do lugar mais caro do mundo para celebrar a união e o amor que sentem um pelo outro.
É isso, a partir de agora volto para o mundo das noivas, mas para contar minha experiência de ex-noiva. Espero poder ajudar.
bjs
Muriel de Paula
Durante todo o processo do casório eu não tinha tempo para nada: o trabalho exaustivo durante o dia e parte da noite, além das madrugas fazendo bombons para ajudar no orçamento me consumiam. Assim, só restavam as poucas madrugadas sem bombons e alguns fins de semana para eu pesquisar tudo o que eu podia e não podia sobre casamento e, é claro, me apaixonei pelo tema.
Hoje, com um pouco mais de tempo (pós-casamento, trabalho novo e adeus bombons na madruga), resolvi voltar para o blog.
Volto porque considero o que meu noivo (hj marido) e eu fizemos bacana demais para não contarmos para mais ninguém. Realizamos um sonho juntos com muita luta e dedicação. E tenho certeza que nossa história pode servir de inspiração para noivas e noivos que querem se casar, fazer o casamento dos sonhos que caiba no bolso de pessoas realistas e que sabem que não precisam do lugar mais caro do mundo para celebrar a união e o amor que sentem um pelo outro.
É isso, a partir de agora volto para o mundo das noivas, mas para contar minha experiência de ex-noiva. Espero poder ajudar.
bjs
Muriel de Paula
sexta-feira, 16 de julho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Lista de igrejas de Resende!
A correria é tanta que não tive tempo de postar o que faltava da lista de igrejas. Agora, segue a listagem para as noivas resendenses como eu. Ainda essa semana começo a contar a saga para achar um DJ, fotógrafo e floricultura lá em Resende. Passei o feriado todo por conta disso, mas isso é assunto para outro post.
Segue a lista:
Resende:
- Igreja da Matriz – é a nossa!!! Ela é simplesmente linda e enorme. É daquelas igrejas antigas, bem tradicionais. Cabe muita gente, vamos ter até que contratar figurantes para lotá-la (Rs brincadeirinha). Os custos são acessíveis, o problema é decorar uma igreja tão grande! Horários disponíveis e custos: 11:00h, 16:00h, 17:30h – taxa de 20% do salário mínimo + 25% do salário mínimo para custeio das despesas. 19:00h – taxa de 20% do salário mínimo + 50% do salário mínimo para custeio das despesas. E 20:30h - taxa de 20% do salário mínimo + 80% do salário mínimo para custeio despesas. Na sexta-feira, às 20:00h, desde que não haja outro evento programado na Igreja. Os horários de 19h00 e 20h30 têm custos maiores por causa dos adicionais de extras de funcionários e o maior consumo de energia elétrica. Há isenção de taxa para os noivos dizimistas na paróquia que tenham contribuído com o dízimo pelo menos há três anos. (24) 3354 0862. Site: www.igrejamatrizresende.org.br
- Igreja Cristo Ressuscitado – é uma igreja com uma arquitetura mais moderna, particularmente, eu acho linda! Era uma das igrejas que tínhamos escolhido para casar, mas a Matriz acabou “vencendo” a disputa. Uma super vantagem é que tem um salão de festa simples, mas bem grande. Bem decorado, fica lindo! A taxa da igreja é R$ 105 mais a decoração (já tem tapete). O casamento só pode ser às 17h ou às 20:30, porém nesse último horário tem que pagar mais 300 reais extras. O salão custa 600 reais (tem cadeiras e mesas de barzinho, freezer e fogões). Tem que dar um cheque de 100 reais para o caso de atraso de mais de 15 minutos, eles devolvem se não atrasarmos. É uma ótima opção. (24) 3354-0069
- Igreja do Paraíso – é uma igreja bem bonita, duas amigas já se casaram lá. Tem um saão disponível para recepção. Ainda não estavam marcando casamentos, então, acabei nem pegando muitas informações. O custo é super acessível.
- Igreja Santa Cecília – é uma igrejinha linda. Bem da minha infância. É pequena, deve caber umas 150 pessoas mais ou menos. A taxa é 105 reais mais a decoração e 35 reais de iluminação. Já tem o tapete. Tem horário de 19h. (24) 3354-0657
Segue a lista:
Resende:
- Igreja da Matriz – é a nossa!!! Ela é simplesmente linda e enorme. É daquelas igrejas antigas, bem tradicionais. Cabe muita gente, vamos ter até que contratar figurantes para lotá-la (Rs brincadeirinha). Os custos são acessíveis, o problema é decorar uma igreja tão grande! Horários disponíveis e custos: 11:00h, 16:00h, 17:30h – taxa de 20% do salário mínimo + 25% do salário mínimo para custeio das despesas. 19:00h – taxa de 20% do salário mínimo + 50% do salário mínimo para custeio das despesas. E 20:30h - taxa de 20% do salário mínimo + 80% do salário mínimo para custeio despesas. Na sexta-feira, às 20:00h, desde que não haja outro evento programado na Igreja. Os horários de 19h00 e 20h30 têm custos maiores por causa dos adicionais de extras de funcionários e o maior consumo de energia elétrica. Há isenção de taxa para os noivos dizimistas na paróquia que tenham contribuído com o dízimo pelo menos há três anos. (24) 3354 0862. Site: www.igrejamatrizresende.org.br
- Igreja Cristo Ressuscitado – é uma igreja com uma arquitetura mais moderna, particularmente, eu acho linda! Era uma das igrejas que tínhamos escolhido para casar, mas a Matriz acabou “vencendo” a disputa. Uma super vantagem é que tem um salão de festa simples, mas bem grande. Bem decorado, fica lindo! A taxa da igreja é R$ 105 mais a decoração (já tem tapete). O casamento só pode ser às 17h ou às 20:30, porém nesse último horário tem que pagar mais 300 reais extras. O salão custa 600 reais (tem cadeiras e mesas de barzinho, freezer e fogões). Tem que dar um cheque de 100 reais para o caso de atraso de mais de 15 minutos, eles devolvem se não atrasarmos. É uma ótima opção. (24) 3354-0069
- Igreja do Paraíso – é uma igreja bem bonita, duas amigas já se casaram lá. Tem um saão disponível para recepção. Ainda não estavam marcando casamentos, então, acabei nem pegando muitas informações. O custo é super acessível.
- Igreja Santa Cecília – é uma igrejinha linda. Bem da minha infância. É pequena, deve caber umas 150 pessoas mais ou menos. A taxa é 105 reais mais a decoração e 35 reais de iluminação. Já tem o tapete. Tem horário de 19h. (24) 3354-0657
terça-feira, 1 de junho de 2010
Lista de igrejas em Niterói
Oi meninas (e meninos, se algum estiver ajudando a noiva a procurar igreja). Segue agora a lista das igrejas que pesquisamos em Niterói:
- Capela São Sebastião – fica em Maria Paula, em Niterói. É uma igreja bem bonita e barata, custa 130 mais 150 (iluminação). Tem salão, mas nem sempre eles alugam. (21) 2616-2650
- Igreja Nossa Senhora Auxiliadora – é a igreja do Salesiano. É uma igreja grande e muito bonita. Lá a procura é muito grande, tem que procurar com certa antecedência. A taxa da igreja é 130 mais 400 do tapete, luz e organista = 730. A decoração é por fora e dividido entre os outros noivos. Tem um salão que dá para umas 200 pessoas (já tem as mesas e cadeiras), mas é bem simples e custa 700 reais. (21) 2715-3350 e site http://www.bnaniteroi.com/
- Igreja Porciúncula de Sant'Ana – essa igreja é maravilhosa! Fica em Icaraí e a taxa é 630 reais. Não tem salão. Para marcar, tem que ligar para ver os dias de marcação, pois tem um sábado certo para fazer. (21) 2711-2499.
- Igreja Nossa Senhora das Dores – fica no Ingá, mas não tem mais nenhuma vaga para 2010. É uma igreja grande e linda. Tem um salão muito bom. (21) 2717-5127
- Igreja Nossa Senhora de Fátima – fica também no Ingá (Rua Antonio Parreiras, 31 - Boa Viagem). É uma igreja pequena (cabe umas 100 pessoas sentadas). Custa 300 reais sem música e decoração. (21) 2717-5127
- Igreja São Domingos – no centro de Niterói, perto da UFF. As taxas são 170 mais as flores e a música. Tem clube perto que aluga. Cabem mais ou menos 180 pessoas. (21) 2717-1363
- Igreja São Francisco – Tem uma das vistas mais lindas de Niterói. É uma igreja bem antiga. Eles fazem a cerimônia dentro ou fora da igreja (a maior parte dos noivos faz fora, justamente pela vista). É uma igreja super concorrida. Só marca e dá informações pessoalmente, aos sábados de 8:30 às 11:30. Tem local para recepção na igreja, mas não consegui ver esse local. O nome da pessoa da secretaria é Vivian. (21) 2711-1670 / (21) 2610-4970
- Esqueci o nome da igreja, mas fica em Pendotiba. Custa R$ 130 mais 100 de iluminação mais 10 do tapete = R$240. Indicam as pessoas da decoração e da música. A igreja está para entrar obras então não sei se já estão marcando casamento, mas vale ligar. (21) 2616-2650
- Igreja São Lourenço – fica no Fonseca. É uma igreja bonita e grande. A taxa é 400 reais. Atende aos sábados de 8 às 12h.
- Igreja São Sebastião – fica em Itaipu. O bom é que tem muitos salões nessa região. A taxa é 265 (tapete, celebrante e luz) mais um cheque de R$ 200 no caso de atraso. É uma igreja grande. A ornamentação é da Flores de Maria. Tem pessoas de música que indica, mas não é obrigatório. Atende de 8 às 12 e 13:30 às 17h. O nome da pessoa é Gisela. (21) 2709-4056
- Igreja São João Batista – essa igreja é enorme e linda! Fica no centro de Niterói. Está em reforma e só acaba em 2011. (21) 2620-2529
- Igreja São Judas Tadeu – fica em Icaraí, na Ari Parreiras. É linda também! A taxa é 110 reais. Tem salão para 300 pessoas, com cadeiras, mesas, ar e equipe. Custa 2300. Reservas de 14 às 17h na secretaria. Não fazem casamento aos domingos. (21) 2610-1232 / (21) 3378-2810
- Santuário das Almas – Nossa Senhora do Sagrado Coração – é enorme, linda, linda! Fica em Icaraí e tem um salão, mas que só pode ser usado até às 22h. (21) 2719-4393
- Capela São Sebastião – fica em Maria Paula, em Niterói. É uma igreja bem bonita e barata, custa 130 mais 150 (iluminação). Tem salão, mas nem sempre eles alugam. (21) 2616-2650
- Igreja Nossa Senhora Auxiliadora – é a igreja do Salesiano. É uma igreja grande e muito bonita. Lá a procura é muito grande, tem que procurar com certa antecedência. A taxa da igreja é 130 mais 400 do tapete, luz e organista = 730. A decoração é por fora e dividido entre os outros noivos. Tem um salão que dá para umas 200 pessoas (já tem as mesas e cadeiras), mas é bem simples e custa 700 reais. (21) 2715-3350 e site http://www.bnaniteroi.com/
- Igreja Porciúncula de Sant'Ana – essa igreja é maravilhosa! Fica em Icaraí e a taxa é 630 reais. Não tem salão. Para marcar, tem que ligar para ver os dias de marcação, pois tem um sábado certo para fazer. (21) 2711-2499.
- Igreja Nossa Senhora das Dores – fica no Ingá, mas não tem mais nenhuma vaga para 2010. É uma igreja grande e linda. Tem um salão muito bom. (21) 2717-5127
- Igreja Nossa Senhora de Fátima – fica também no Ingá (Rua Antonio Parreiras, 31 - Boa Viagem). É uma igreja pequena (cabe umas 100 pessoas sentadas). Custa 300 reais sem música e decoração. (21) 2717-5127
- Igreja São Domingos – no centro de Niterói, perto da UFF. As taxas são 170 mais as flores e a música. Tem clube perto que aluga. Cabem mais ou menos 180 pessoas. (21) 2717-1363
- Igreja São Francisco – Tem uma das vistas mais lindas de Niterói. É uma igreja bem antiga. Eles fazem a cerimônia dentro ou fora da igreja (a maior parte dos noivos faz fora, justamente pela vista). É uma igreja super concorrida. Só marca e dá informações pessoalmente, aos sábados de 8:30 às 11:30. Tem local para recepção na igreja, mas não consegui ver esse local. O nome da pessoa da secretaria é Vivian. (21) 2711-1670 / (21) 2610-4970
- Esqueci o nome da igreja, mas fica em Pendotiba. Custa R$ 130 mais 100 de iluminação mais 10 do tapete = R$240. Indicam as pessoas da decoração e da música. A igreja está para entrar obras então não sei se já estão marcando casamento, mas vale ligar. (21) 2616-2650
- Igreja São Lourenço – fica no Fonseca. É uma igreja bonita e grande. A taxa é 400 reais. Atende aos sábados de 8 às 12h.
- Igreja São Sebastião – fica em Itaipu. O bom é que tem muitos salões nessa região. A taxa é 265 (tapete, celebrante e luz) mais um cheque de R$ 200 no caso de atraso. É uma igreja grande. A ornamentação é da Flores de Maria. Tem pessoas de música que indica, mas não é obrigatório. Atende de 8 às 12 e 13:30 às 17h. O nome da pessoa é Gisela. (21) 2709-4056
- Igreja São João Batista – essa igreja é enorme e linda! Fica no centro de Niterói. Está em reforma e só acaba em 2011. (21) 2620-2529
- Igreja São Judas Tadeu – fica em Icaraí, na Ari Parreiras. É linda também! A taxa é 110 reais. Tem salão para 300 pessoas, com cadeiras, mesas, ar e equipe. Custa 2300. Reservas de 14 às 17h na secretaria. Não fazem casamento aos domingos. (21) 2610-1232 / (21) 3378-2810
- Santuário das Almas – Nossa Senhora do Sagrado Coração – é enorme, linda, linda! Fica em Icaraí e tem um salão, mas que só pode ser usado até às 22h. (21) 2719-4393
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