Achei essa matéria bem legal e ótima para as futuras noivas.
retirado de http://ela.oglobo.globo.com/vida/conheca-lojas-que-vendem-vestidos-de-noiva-pela-internet-5243627
Conheça lojas que vendem vestidos de noiva pela internet
Marcas como a Top Shop investem em coleções para moças casamenteiras ao alcance de um clique
Liv Brandão
Publicado: 29/06/12 - 9h33
Vestido de noiva da Ruche: venda pela internet com entrega para o Brasil
RIO - Os tempos mudaram, a tal mulher moderna se divide entre mil atividades e sobra pouco tempo para aquelas que, normalmente, exigem muita atenção. Planejar um casamento, por exemplo, pode ser uma tarefa de anos, mas com as atribulações do cotidiano nem sempre é possível dedicar tanta vida ao enlace matrimonial. De olho nesse público, é cada vez mais comum encontrar lojas que vendem vestidos de noiva pela internet. Se as futuras esposas perdem o charme e o glamour de se consultar com um estilista para chegar a um modelo exclusivo (ou quase) e ajustado perfeitamente em mil e uma provas, ganham em praticidade.
Até a inglesa Top Shop entrou na valsa: uma das mais populares redes de fast-fashion do mundo lançou sua primeira coleção bridal. Desenhados pelo estilista londrino Richard Nicoll, os modelos para as nubentes custam entre £ 75 a £ 350, com um limite de 50 peças por modelo - o que pode parecer muita coisa, mas acaba diluído entre três lojas em Londres, três nos Estados Unidos, além das vendas pelo site da marca.
No Brasil, o ateliê A Modista também realiza vendas pela internet. A noiva entra no álbum de fotos da loja, cuja sede fica em São Paulo, elege seu vestido dos sonhos e faz o pedido por e-mail, recebendo o pacote pelos correios.
- Se por acaso a cliente não gostar do que comprou, pode trocar o vestido normalmente. Mas nunca aconteceu de precisarmos trocar alguma peça. - comemora Gisele Dias Leite, responsável pela marca, que cobra entre R$ 1 mil e R$ 3 mil por modelo.
O preço, mais alto que a da concorrência online, se justifica, ela garante:
- Em geral produzimos poucas unidades de cada modelo, mas a noiva pode customizá-lo adicionando bordado, trocando a manga, mudando o decote... até mesmo comprimento e material pode ser trocado, então cada uma acaba tendo um vestido original e exclusivo. A ideia é mesclar os detalhes para que cada uma tenha um vestido pra chamar de seu!
Veja outros sites que vendem vestidos de noiva, com preços para todos os bolsos:
Ruche: o site americano acaba de lançar sua coleção para mocinhas casamenteiras. A coleção reflete o estilo totalmente girlie da multimarcas, cheia de lacinhos, babados e rendas. Entrega para o Brasil.
Net-A-Porter: a rede de alto luxo vende modelos Lanvin e Alexander McQueen que podem muito bem ser usados no altar através do site e por meio aplicativos para smartphones e tablets. Mais prático, impossível.
Shopbop.com: o site, que entrega para o mundo todo sem cobrar frete, vende modelos como o da badalada estilista Rachel Zoe por US$ 695.
BHLDN: diferentemente dos outros sites, que vendem produtos diversos, este é exclusivamente dedicado às noivas. Além de vestidos, tem acessórios, sapatos, objetos de decoração e até roupas para madrinhas.
Joanna August: a estilista, especializada em vestidos de festa, também confecciona modelos para noivas que custam entre US$ 450 a US$ 3,8 mil.
Leia mais sobre esse assunto em http://ela.oglobo.globo.com/vida/conheca-lojas-que-vendem-vestidos-de-noiva-pela-internet-5243627#ixzz1zDUQh4lA
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
terça-feira, 31 de maio de 2011
Tradições de casamento
Matéria publicada no Bolsa de Mulher
Onde está escrito que a noiva deve casar-se de branco? Porque se joga arroz nos noivos? Ou quem disse o noivo não pode ver a noiva antes da cerimônia de casamento? Ou ainda, o porquê da troca das alianças de casamento? Foi pensando em todo o misticismo que envolve uma cerimônia de casamento que preparamos uma matéria especial sobre a origem dessas e de outras tradições milenares que continuam com tudo nos dias de hoje – apesar de toda modernidade!
1. Vestido branco: não é novidade que a cor branca simboliza a castidade e a pureza e, justamente por isso foi que a rainha Vitória, em meados do século 18, lançou a moda que permanece fiel até os dias atuais. Mas saiba que, antes disso, a cor mais usada era o vermelho, porque representa a paixão e o amor. Porém, especialmente na Idade Média, não havia uma cor específica para a cerimônia, não. A noiva era quem escolhia o que vestir.
2. Jogar arroz: o costume é realizado há cerca de dois mil anos na antiga China porque o seu povo acredita que os grãos simbolizam a fertilidade. Jogar arroz no casal, então, significa desejar fartura para os noivos.
3. Noivo não pode ver a noiva antes do casamento: esse costume é unânime. Todos os povos do mundo não permite que o noivo veja a noiva antes da cerimônia. Em alguns países árabes a tradição é ainda mais radical, ou seja, o casamento é celebrado apenas entre homens, entre o pretendente e o pai da noiva. A noiva não participa, apenas aguarda num outro lugar. Há ainda quem diga que se o noivo ver a noiva antes de ela subir ao altar, o casamento não terá sucesso – melhor não tentar a sorte!
4. Aliança: o anel usado pelos casados significa união e, ao mesmo tempo, isolamento. Ou seja, possui o sentido de compromisso. Porém, o esoterismo acredita que a aliança é o amuleto matrimonial que protege e une o casal.
5. Bouquet de noiva: acredita-se que o bouquet de noiva surgiu na Grécia como uma espécie de talismã contra o mau olhado. O que nos leva a crer nessa hipótese é um dos artigos mais utilizados em sua confecção: alho, sinônimo de proteção contra inveja. Já a nossa cultura ocidental aponta que o bouquet tem poderes mágicos, capazes de profetizar sobre a próxima noiva a subir ao altar – porque você acha que há tanta mulher enlouquecida na hora da noiva jogar o seu?
6. Grinalda: apesar de pouco requisitada na atualidade, a grinalda é um símbolo de riqueza e elegância, projetando à noiva certo ar de majestade.
7. Véu: em árabe, véu é hijab e quer dizer "o que separa duas coisas". Nesse sentido, o véu da noiva significa que a mulher vai separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida: a de esposa. Também significa castidade.
8. Peça azul: há um ditado em inglês que diz: “something old, something blue, something borrowed, something new”, traduzindo: “algo velho, algo azul, algo emprestado, algo novo”. E é justamente esse ditado que fez surgir a tradição de a noiva usar uma peça azul no dia de seu casamento. Dizem que o artigo é para "cortar a inveja" das moças solteiras. Porém, não basta uma fita azul qualquer, a noiva deve usar algo que foi utilizado por uma pessoa que tenha sido feliz no casamento juntamente com algo novo, que simboliza uma nova vida.
9. Noivo carregar a noiva no colo: o costume vem do Oriente, cuja cultura remete a gênios ruins que ficam a espera da noiva na porta do quarto nupcial para atacá-las. Por isso, para proteger a esposa de algo ruim, o marido a pega no colo.
10. Lua de mel: a expressão “lua de mel” significa viagem dos noivos, quando eles vão passar um tempo juntos para conhecerem um ao outro mais profundamente e também poder curtir o início de sua vida num momento romântico e único para ambos. Porém, tal situação tem origem no povo germânico. A cerimônia geralmente era realizada na fase nova da lua e, durante o matrimônio, os noivos tinham que beber uma mistura de água com mel para que tivessem sorte em sua vida a dois.
Com o passar dos anos, em Roma, o costume adotou os convidados como peças chaves para tal presságio de sorte, quando eles pingavam gotas de mel na porta de entrada da casa dos noivos para que estes tivessem uma "vida doce". Sendo assim, a expressão se modificou ao longo do tempo e hoje simboliza a viagem dos noivos que deverá ser romântica e feliz como toda a sua história.
Onde está escrito que a noiva deve casar-se de branco? Porque se joga arroz nos noivos? Ou quem disse o noivo não pode ver a noiva antes da cerimônia de casamento? Ou ainda, o porquê da troca das alianças de casamento? Foi pensando em todo o misticismo que envolve uma cerimônia de casamento que preparamos uma matéria especial sobre a origem dessas e de outras tradições milenares que continuam com tudo nos dias de hoje – apesar de toda modernidade!
1. Vestido branco: não é novidade que a cor branca simboliza a castidade e a pureza e, justamente por isso foi que a rainha Vitória, em meados do século 18, lançou a moda que permanece fiel até os dias atuais. Mas saiba que, antes disso, a cor mais usada era o vermelho, porque representa a paixão e o amor. Porém, especialmente na Idade Média, não havia uma cor específica para a cerimônia, não. A noiva era quem escolhia o que vestir.
2. Jogar arroz: o costume é realizado há cerca de dois mil anos na antiga China porque o seu povo acredita que os grãos simbolizam a fertilidade. Jogar arroz no casal, então, significa desejar fartura para os noivos.
3. Noivo não pode ver a noiva antes do casamento: esse costume é unânime. Todos os povos do mundo não permite que o noivo veja a noiva antes da cerimônia. Em alguns países árabes a tradição é ainda mais radical, ou seja, o casamento é celebrado apenas entre homens, entre o pretendente e o pai da noiva. A noiva não participa, apenas aguarda num outro lugar. Há ainda quem diga que se o noivo ver a noiva antes de ela subir ao altar, o casamento não terá sucesso – melhor não tentar a sorte!
4. Aliança: o anel usado pelos casados significa união e, ao mesmo tempo, isolamento. Ou seja, possui o sentido de compromisso. Porém, o esoterismo acredita que a aliança é o amuleto matrimonial que protege e une o casal.
5. Bouquet de noiva: acredita-se que o bouquet de noiva surgiu na Grécia como uma espécie de talismã contra o mau olhado. O que nos leva a crer nessa hipótese é um dos artigos mais utilizados em sua confecção: alho, sinônimo de proteção contra inveja. Já a nossa cultura ocidental aponta que o bouquet tem poderes mágicos, capazes de profetizar sobre a próxima noiva a subir ao altar – porque você acha que há tanta mulher enlouquecida na hora da noiva jogar o seu?
6. Grinalda: apesar de pouco requisitada na atualidade, a grinalda é um símbolo de riqueza e elegância, projetando à noiva certo ar de majestade.
7. Véu: em árabe, véu é hijab e quer dizer "o que separa duas coisas". Nesse sentido, o véu da noiva significa que a mulher vai separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida: a de esposa. Também significa castidade.
8. Peça azul: há um ditado em inglês que diz: “something old, something blue, something borrowed, something new”, traduzindo: “algo velho, algo azul, algo emprestado, algo novo”. E é justamente esse ditado que fez surgir a tradição de a noiva usar uma peça azul no dia de seu casamento. Dizem que o artigo é para "cortar a inveja" das moças solteiras. Porém, não basta uma fita azul qualquer, a noiva deve usar algo que foi utilizado por uma pessoa que tenha sido feliz no casamento juntamente com algo novo, que simboliza uma nova vida.
9. Noivo carregar a noiva no colo: o costume vem do Oriente, cuja cultura remete a gênios ruins que ficam a espera da noiva na porta do quarto nupcial para atacá-las. Por isso, para proteger a esposa de algo ruim, o marido a pega no colo.
10. Lua de mel: a expressão “lua de mel” significa viagem dos noivos, quando eles vão passar um tempo juntos para conhecerem um ao outro mais profundamente e também poder curtir o início de sua vida num momento romântico e único para ambos. Porém, tal situação tem origem no povo germânico. A cerimônia geralmente era realizada na fase nova da lua e, durante o matrimônio, os noivos tinham que beber uma mistura de água com mel para que tivessem sorte em sua vida a dois.
Com o passar dos anos, em Roma, o costume adotou os convidados como peças chaves para tal presságio de sorte, quando eles pingavam gotas de mel na porta de entrada da casa dos noivos para que estes tivessem uma "vida doce". Sendo assim, a expressão se modificou ao longo do tempo e hoje simboliza a viagem dos noivos que deverá ser romântica e feliz como toda a sua história.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Três meses de casamento e um apê!
A correria e a falta de internet não me permitiu postar antes, mas no dia 13 de fevereiro fizemos três meses de casados. O presente? Nosso apê. Finalmente o período de chateação com a obra está chegando ao fim (ainda faço um relato com todos os detalhes e dicas).
Quem casa quer casa! Ainda tem um monte de detalhes para acabar, mas resolvemos mudar mesmo assim, não há nada melhor do que estar no nosso lar doce lar mesmo que com muita poeira em volta e ainda com cheiro de tinta.
Nosso primeiro dia lá foi cheio de trabalho, mas valeu a pena! É um novo casamento!
Quem casa quer casa! Ainda tem um monte de detalhes para acabar, mas resolvemos mudar mesmo assim, não há nada melhor do que estar no nosso lar doce lar mesmo que com muita poeira em volta e ainda com cheiro de tinta.
Nosso primeiro dia lá foi cheio de trabalho, mas valeu a pena! É um novo casamento!
Muita felicidade para todos nós!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Multa por atraso - certo ou errado?
Hoje saiu uma matéria no globo.com sobre um padre que decidiu cobrar uma multa para a noiva que atrasa. Na matéria é como se fosse uma novidade, mas, na verdade, quem já se casou ou já viu igreja sabe que a maioria das igrejas cobram uma taxa para um atraso superior a 15 minutos.
Acho corretíssimo a igreja fazer alguma ação para tentar minimizar os atrasos, mas nem tudo está sob o controle da noiva e nem ela é sempre culpada.
No meu casamento, por exemplo, eu jurei que não ia atrasar, mas as sogras - sim, minha mãe e a mãe do meu marido - se atrasaram e não tivemos como iniciar a cerimônia. Acabamos não sendo cobrados, mas o medo disso acontecer foi grande. Óbvio que o padre deu uma bronca básica, todo mundo ficou achando que eu tinha me atrasado (tenho fama! mas eu não era culpada pelo atraso rs) e na verdade eu estava prontinha no hotel, quando o noivo liga para meu pai avisando que era melhor adiarmos um pouco a saída. Imagina, eu tirando as fotos, num nervoso só e meu pai diz: fica tranquila, pode tirar mais fotos que a sua sogra ainda não chegou. Fiquei doidinha rs tirando foto e esperando a mãe do noivo chegar. Resolvi sair antes mesmo dele liberar e no caminho para igreja descobrimos que a minha mãe tb estava atrasada. Vocês imaginam o meu desespero? mas avisei ao meu pai que se chegasse na igreja e elas não estivessem ainda eu ia entrar mesmo assim. Felizmente não foi necessário, mas o atraso foi grande. A sorte é que o padre foi super bacana e não cortou a cerimônia, que foi maravilhosa!!!
E vcs, o que acham da multa: é certo ou errado? como foi no caso de vocês?
Para quem quiser ler a matéria: http://g1.globo.com/parana/noticia/2011/02/padre-decide-multar-noiva-que-se-atrasar-no-casamento-no-pr.html
Acho corretíssimo a igreja fazer alguma ação para tentar minimizar os atrasos, mas nem tudo está sob o controle da noiva e nem ela é sempre culpada.
No meu casamento, por exemplo, eu jurei que não ia atrasar, mas as sogras - sim, minha mãe e a mãe do meu marido - se atrasaram e não tivemos como iniciar a cerimônia. Acabamos não sendo cobrados, mas o medo disso acontecer foi grande. Óbvio que o padre deu uma bronca básica, todo mundo ficou achando que eu tinha me atrasado (tenho fama! mas eu não era culpada pelo atraso rs) e na verdade eu estava prontinha no hotel, quando o noivo liga para meu pai avisando que era melhor adiarmos um pouco a saída. Imagina, eu tirando as fotos, num nervoso só e meu pai diz: fica tranquila, pode tirar mais fotos que a sua sogra ainda não chegou. Fiquei doidinha rs tirando foto e esperando a mãe do noivo chegar. Resolvi sair antes mesmo dele liberar e no caminho para igreja descobrimos que a minha mãe tb estava atrasada. Vocês imaginam o meu desespero? mas avisei ao meu pai que se chegasse na igreja e elas não estivessem ainda eu ia entrar mesmo assim. Felizmente não foi necessário, mas o atraso foi grande. A sorte é que o padre foi super bacana e não cortou a cerimônia, que foi maravilhosa!!!
E vcs, o que acham da multa: é certo ou errado? como foi no caso de vocês?
Para quem quiser ler a matéria: http://g1.globo.com/parana/noticia/2011/02/padre-decide-multar-noiva-que-se-atrasar-no-casamento-no-pr.html
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Faça vc mesma: cupcake!
Na onda do Faça você mesma, segue uma receitinha super fácil de cupcake. É muito legal como lembrancinha para o chá de panelas. Com um pouquinho mais de criatividade na hora de confeitar pode ser também uma ótima lembrancinha para o casório. Mas aí é melhor pedir ajuda para as super madrinhas, pois nenhuma noivinha vai querer ficar com cara de ontem no casamento né!? já que o ideal é servir o cupcake bem fresquinho. E aí, vcs topam?Ingredientes
Ingradientes para a massa
- 225 g de manteiga amolecida
- 225 g de açúcar
- 225 g de farinha de trigo com fermento
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- 4 ovos
- 1 colher (chá) de essência de baunilha
Ingredientes para a cobertura
- 3 claras
- 9 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro
- Corante da cor preferida
- Confeitos coloridos para decorar (opcional)
Modo de preparo
Modo de preparo da massa
Forre a assadeira de forminhas com as forminhas de papel. Preaqueça o forno em temperatura média. Coloque todos os ingredientes da massa na tigela grande da batedeira e bata por 3 minutos ou até ficar homogêneo. Distribua a massa nas forminhas, leve ao forno quente e asse por 20 minutos ou até ficarem crescidas e douradas. Transfira para uma grade de metal até esfriarem completamente.Modo de preparo da cobertura
Bata as claras em neve firme. Acrescente aos poucos o açúcar de confeiteiro peneirado e continue batendo até que fique bem firme. Adicione o corante. Faça uma espiral sobre as forminhas e, se quiser, decore com confeitos.Fonte: http://www.receitas.com/forminhas-de-baunilha-4cbdd7e7a769523720000039
Fotografia: Marcelo de Breyne
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Bodas de que?
Quem está se casando ou já se casou com certeza tem a curiosidade de saber quais Bodas irá completar durante o casamento. Abaixo, segue uma lista com o nome de cada boda.
Será que alguém um dia já comemorou as bodas de Álamo ou de Jequitibá??? Teria que se casar muito novinho né!? Eu espero comemorar pelo menos até as bodas de vinho. Tomara que o maridão e eu vivamos muito para isso acontecer!
1 ano - Bodas de Papel2 anos - Bodas de Algodão
3 anos - Bodas de Couro ou Trigo
4 anos - Bodas de Flores, Frutas ou Cera
5 anos - Bodas de Madeira ou Ferro
6 anos - Bodas de Açúcar ou Perfume
7 anos - Bodas de Latão ou Lã
8 anos - Bodas de Barro ou Papoula
9 anos - Bodas de Cerâmica ou Vime
10 anos - Bodas de Estanho ou Zinco
11 anos - Bodas de Aço
12 anos - Bodas de Seda ou Ônix
13 anos - Bodas de Linho ou Renda
14 anos - Bodas de Marfim
15 anos - Bodas de Cristal
16 anos - Bodas de Safira ou Turmalina
17 anos - Bodas de Rosa
18 anos - Bodas de Turquesa
19 anos - Bodas de Cretone ou Água Marinha
20 anos - Bodas de Porcelana
21 anos - Bodas de Zircão
22 anos - Bodas de Louça
23 anos - Bodas de Palha
24 anos - Bodas de Opala
25 anos - Bodas de Prata
26 anos - Bodas de Alexandrita
27 anos - Bodas de Crisoprásio
28 anos - Bodas de Hematita
29 anos - Bodas de Erva
30 anos - Bodas de Pérola
31 anos - Bodas de Nácar
32 anos - Bodas de Pinho
33 anos - Bodas de Crizopala
34 anos - Bodas de Oliveira
35 anos - Bodas de Coral
36 anos - Bodas de Cedro
37 anos - Bodas de Aventurina
38 anos - Bodas de Carvalho
39 anos - Bodas de Mármore
40 anos - Bodas de Esmeralda
41 anos - Bodas de Seda
42 anos - Bodas de Prata dourada
43 anos - Bodas de Azeviche
44 anos - Bodas de Carbonato
45 anos - Bodas de Rubi
46 anos - Bodas de Alabastro
47 anos - Bodas de Jaspe
48 anos - Bodas de Granito
49 anos - Bodas de Heliotrópio
50 anos - Bodas de Ouro
51 anos - Bodas de Bronze
52 anos - Bodas de Argila
53 anos - Bodas de Antimônio
54 anos - Bodas de Níquel
55 anos - Bodas de Ametista
56 anos - Bodas de Malaquita
57 anos - Bodas de Lápis-lazúli
58 anos - Bodas de Vidro
59 anos - Bodas de Cereja
60 anos - Bodas de Diamante
61 anos - Bodas de Cobre
62 anos - Bodas de Telurita
63 anos - Bodas de Sândalo
64 anos - Bodas de Fabulita
65 anos - Bodas de Platina
66 anos - Bodas de Ébano
67 anos - Bodas de Neve
68 anos - Bodas de Chumbo
69 anos - Bodas de Mercúrio
70 anos - Bodas de Vinho
71 anos - Bodas de Zinco
72 anos - Bodas de Aveia
73 anos - Bodas de Manjerona
74 anos - Bodas de Macieira
75 anos - Bodas de Brilhante ou Alabastro
76 anos - Bodas de Cipestre
77 anos - Bodas de Alfazema
78 anos - Bodas de Benjoim
79 anos - Bodas de Café
80 anos - Bodas de Nogueira ou Carvalho
81 anos - Bodas de Cacau
82 anos - Bodas de Cravo
83 anos - Bodas de Begônia
84 anos - Bodas de Crisântemo
85 anos - Bodas de Girassol
86 anos - Bodas de Hortênsia
87 anos - Bodas de Nogueira
88 anos - Bodas de Pêra
89 anos - Bodas de Figueira
90 anos - Bodas de Álamo
91 anos - Bodas de Pinheiro
92 anos - Bodas de Salgueiro
93 anos - Bodas de Imbuia
94 anos - Bodas de Palmeira
95 anos - Bodas de Sândalo
96 anos - Bodas de Oliveira
97 anos - Bodas de Abeto
98 anos - Bodas de Pinheiro
99 anos - Bodas de Salgueiro
100 anos - Bodas de Jequitibá
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Príncipe William e Kate Middleton viram cartoon (uma ótima ideia para save the date!)
Pelo que parece, o casamento real movimenta mesmo as notícias no Reino Unido. Agora, a história do casal real virará cartoon.
Pensando sobre isso, acho que a ideia de cartoon pode ser uma ótima forma de save the date. Imagina enviar para os seus convidados um cartoon com a história do casal. Dá para fazer em diversos formatos e sem necessidade de gastar muito dinheiro. Se não puder fazer desenhos super elaborados, vale usar fotos de vocês.
É, acho que é uma boa ideia. O que vocês acham?
Link para a matéria: http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI203466-9531,00-PRINCIPE+WILLIAM+E+KATE+MIDDLETON+VIRAM+CARTOON.html
Pensando sobre isso, acho que a ideia de cartoon pode ser uma ótima forma de save the date. Imagina enviar para os seus convidados um cartoon com a história do casal. Dá para fazer em diversos formatos e sem necessidade de gastar muito dinheiro. Se não puder fazer desenhos super elaborados, vale usar fotos de vocês.
É, acho que é uma boa ideia. O que vocês acham?
Link para a matéria: http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI203466-9531,00-PRINCIPE+WILLIAM+E+KATE+MIDDLETON+VIRAM+CARTOON.html
sábado, 1 de janeiro de 2011
Que 2011 venha e seja tão bom e maravilhoso quanto 2010!!!
Já é 2011 e só posso desejar uma coisa: que 2011 seja tão maravilhoso quanto foi 2010. Não posso pedir nada além disso, posso dizer que depois de muita luta, vários sonhos foram se realizando neste ano.
Juntos a gente conseguiu mais do que coisas materiais, conseguimos ter a certeza que o amor verdadeiro existe, que fomos feitos um para o outro e para sempre vamos estar juntos.
Tivemos a certeza que somos um casal muito abençoado e querido por nossos amigos (até daqueles que vemos muito pouco!) e isso não tem preço.
1. Apartamento próprio: ok (apesar da obra ainda não ter terminado, já temos o nosso lar!)
2. Aumentar as vendas dos bombons e juntar dindim para pagar o casório: ok (muitas noites sem dormir)
3. Passar no concurso e conseguir mais dindim e estabilidade: ok (realizado em 01/10/2010)
4. Casório: ok (em 13 de novembro de 2010)
5. Carro próprio: ok
Então, gente, é isso! Que 2011 venha e seja tão bom e maravilhoso quanto 2010!!!
Juntos a gente conseguiu mais do que coisas materiais, conseguimos ter a certeza que o amor verdadeiro existe, que fomos feitos um para o outro e para sempre vamos estar juntos.
Tivemos a certeza que somos um casal muito abençoado e querido por nossos amigos (até daqueles que vemos muito pouco!) e isso não tem preço.
1. Apartamento próprio: ok (apesar da obra ainda não ter terminado, já temos o nosso lar!)
2. Aumentar as vendas dos bombons e juntar dindim para pagar o casório: ok (muitas noites sem dormir)
3. Passar no concurso e conseguir mais dindim e estabilidade: ok (realizado em 01/10/2010)
4. Casório: ok (em 13 de novembro de 2010)
5. Carro próprio: ok
Então, gente, é isso! Que 2011 venha e seja tão bom e maravilhoso quanto 2010!!!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Noivado real
Mesmo sendo eu uma ex-noiva fissurada no assunto, não consigo entender como o noivado do princípe William e Kate dá tanto ibope. Acabei de ler uma notícia que uma empresa inglesa de porcelana já fez um monte de itens com a cara dos noivos. O que vcs acham disso, é meio brega né!?
Segue a matéria para quem quiser ler: http://www.guiadecasamento.com.br/gc-08-12-2010-casamento-william-kate-movimenta-economia.php
Segue a matéria para quem quiser ler: http://www.guiadecasamento.com.br/gc-08-12-2010-casamento-william-kate-movimenta-economia.php
Tipos de cerimônia de casamento
Meninas, li essa matéria hoje e adorei! São citados alguns tipos de cerimônia. Como sou católica acabo preferindo esta cerimônia, mas como meu noivo é filho de japonês, bem que eu acharia legal ter casado conforme o costume deles. A gente chegou a ganhar a roupa de uma prima japonesa deles, mas acabamos não usando em nenhum momento. Uma pena, íamos ficar lindos. De repente a gente faz uma versão "Foto Casamento" como os japoneses têm feito hj e aí enviamos para ela de lembrança.
Uma cerimônia que tb é super bonita e cheia de sentimento é a judaica. Fui em uma e amei!
Segue o link para a matéria do Bolsa de Mulher: http://www.bolsademulher.com/amor/cerimonias-de-casamento-103856.html
Entrar na igreja de vestido branco, véu e grinalda ao som da marcha nupcial é o sonho de muitas mulheres. Mas nem só de alianças de ouro e chuva de arroz vivem as bodas. Você já imaginou ter o pé pisado pelo seu noivo como um sinal de amor? E se fosse proibido estourar champanhe na festa? Tem noiva que faz sua entrada rumo ao altar com a sogra ao lado...
Nas diversas culturas e religiões em todo o mundo, ritos sagrados se misturam a tradições locais e dão origem a diferentes tipos de celebrações. O Bolsa de Mulher entrevistou especialistas e autoridades no assunto, e montou um panorama dos costumes na hora do "sim" espalhados pelos quatro cantos do planeta.
União católica
O Monsenhor Sérgio Costa Couto conta como foi construído, ao longo da história, o casamento na religião católica: "Este sacramento existe desde que o mundo é mundo. No início, a família levava a noiva à casa do noivo e já eram considerados casados. Com o tempo, sentiu-se a necessidade de uma benção mais significativa. Daí surgiram os ritos". A partir de então a Igreja institucionalizou o rito dividindo-o em partes: "São elas: a entrada dos noivos, as leituras bíblicas sobre o casamento, a pregação e a troca de votos. Na verdade, a parte essencial é a declaração mútua de aceitação como casal. O resto todo é dispensável".
Para Monsenhor Costa Couto, os costumes variam entre os povos e não é ingerência da religião determiná-los. "Nos EUA, por exemplo, eles fazem a cerimônia das velas, na qual os pais, juntos com os filhos que vão se casar, acendem uma vela maior pedindo que a luz de Cristo ilumine o caminho de ambos, que passa a ser único", explica. Nos países hispânicos existe o cambio de las arras, quando os noivos trocam moedas em simbolismo da partilha de bens. Outro hábito diferente pode ser visto na Alemanha, onde os noivos colocam a aliança de casamento na mão direita: "Existe uma antiga lenda de que havia uma ligação direta entre esse dedo e o coração".
Uma das poucas exigências nas celebrações católicas tem a ver com o lugar, pois elas devem acontecer em uma igreja. Monsenhor enfatiza que celebrações fora dos templos católicos só podem ser permitidas pelo bispo. "Não tem por que ser fora da igreja. Se encontrar alguém que realize isso, desconfie", avisa.
Na realização das festas, a única recomendação é que não se torne incoerente aquilo que foi celebrado na igreja. "Recomenda-se que elas sejam alegres, não promíscuas nem incoerentes com o sacramento que se acabou de celebrar", conclui.
Casamento Grego Ortodoxo
O professor de literatura grega da UFRJ e diácono da igreja ortodoxa Henrique Cairus aponta que, apesar de igrejas-irmãs, as cerimônias ortodoxas e católicas apresentam algumas características distintas. "A principal delas está na oficialização, que na igreja ortodoxa é feita pelo sacerdote. Os noivos entram mudos e saem calados. Não existe a hora do sim, por exemplo", cita.
De acordo com Cairus, o fato de o casal estar presente já representa uma aceitação mútua. Ele acrescenta: "Durante a cerimônia, os noivos bebem três goles da mesma taça de vinho, simbolizando que não haverá mais segredos entre ambos". O momento que representa a união acontece na coroação: "Após as alianças serem colocadas pelos padrinhos, o casal é coroado. Aí, sim, está oficializado o matrimônio".
As coroas podem ser feitas com flores ou em ouro, como acontece até hoje na Rússia, lembrando as dos antigos imperadores. "Varia muito com a condição financeira dos noivos. Essas coroas são atadas uma a outra por um lenço enlaçado, demonstrando que o poder só existe na união dos dois". Na cerimônia, as coroas são trocadas três vezes entre os noivos, como forma de demonstrar que não há diferença entre a posição da mulher e a do homem na relação: "A coroa simboliza o poder na casa e as graças do Espírito Santo sobre a cabeça dos recém-casados".
No cinema, a comédia-romântica "Casamento Grego" despertou a curiosidade do público pelos ritos matrimoniais ortodoxos. E eles são muitos, já que, como conta Cairus, a religião permite que se reproduzam costumes locais nas uniões. "As tradições regionais têm liberdade na cerimônia ortodoxa. Na Grécia, os noivos já entram na igreja juntos. Existem regiões gregas em que o noivo pisa no pé da noiva, por exemplo. Mas não só na Grécia. Na Ucrânia, também adepta da religião ortodoxa, a noiva tradicionalmente usa vermelho", destaca.
Judaísmo
Entre os judeus, a cerimônia é normalmente realizada ao ar livre. "A preferência é que seja ao ar livre para relembrar o tempo em que o povo vivia em tendas. A única cobertura é o pálio que está sobre o altar, onde os noivos devem chegar para receber a benção do rabino", diz David Gorodovits, diretor-executivo do Centro de História e Cultura Judaica.
Esse pálio, chamado de chupá, deve ter apenas quatro apoios de madeira, como revela Gorodovits, que fala da entrada dos noivos rumo ao altar: "Tradicionalmente, o noivo entra primeiro, juntamente com o pai e o sogro, e depois fica sozinho sob a chupá. Em seguida, a noiva faz sua entrada com a mãe e a sogra. Antes de chegar ao pálio, ela dá sete voltas em torno do altar para simbolizar que estarão unidos pelos sete dias da semana", explica.
O matrimônio é dividido em duas partes. A primeira é uma única benção proferida pelo rabino: "Essa benção é consumada quando o noivo bebe um gole e oferece à esposa do mesmo cálice". Na segunda parte, assim como as voltas, sete também são as bençãos proferidas que consagram a união.
"Às vezes, alguns convidados são chamados para dizer algumas das bençãos. Existe uma, mais poética, que normalmente é feita pelo Chzam, o cantor litúrgico. Ao final de cada benção, o casal deve repetir o ritual de beber no mesmo cálice", narra. Ao final das sete bençãos, chega o momento de firmarem o compromisso, também simbolizado pelas alianças de ouro: "O significado é o mesmo: uma aliança sem fim".
Outra curiosidade no rito judaico é o jejum. "Durante todo o dia e até o final da cerimônia, os noivos não podem comer. Após o casamento, aí sim, eles fazem o desjejum juntos, apenas os dois, antes mesmo de entrarem na festa para a recepção dos convidados. Na festa, costuma-se colocar uma colher de prata no chão para que os recém-casados passem por cima dela. Essa atitude simboliza que eles devem passar por cima da riqueza sem serem oprimidos por ela", traduz Gorodovits.
União japonesa
Até nas cerimônias de casamento os japoneses se utilizam de pouco espaço. De acordo com Lumi Toyoda, pesquisadora e consultora de etiqueta social e empresarial japonesa, uma cerimônia muito comum na religião xintoísta, a principal do país, tem o nome de Sun Sun Kudo. Nesse tipo de celebração, geralmente só participam os noivos, os pais e os padrinhos, além dos sacerdotes. "Nem sempre os convidados comparecem à cerimônia. Na maioria das vezes, eles vão apenas à recepção", conta a especialista em cultura japonesa.
O ritual, continua Toyoda, consiste em uma espécie de brinde com sakê tomado em três cálices sobrepostos. Os cálices são de três tamanhos diferentes, numa espécie de tigela rasa, típica do país: "O primeiro a tomar é o noivo, depois vem a noiva e em seguida os padrinhos. Por fim, os demais presentes. Cada um toma o sakê em três goles em cada cálice". Segundo ela, o significado é de uma aliança sacramentada três vezes: "Já que o número três não pode ser dividido por dois, quer dizer que essa benção só é possível a dois".
No vestuário, os tradicionais quimonos. Mais exigido no caso da mulher, o homem pode trajar um terno ou fraque, por opção. Mas a especialista faz uma ressalva: "Os noivos sempre carregam um leque, que faz parte dos trajes tradicionais masculino e feminino de casamento". Há um outro ritual que despertaria controvérsia. Em algumas celebrações, a noiva entra no altar com chifres cobertos por uma touca branca. Toyoda esclarece: "O sentido de chifre é diferente. Aqui significa a bravura da mulher escondida perante seu futuro marido".
A noiva usa o branco, segundo ela, para significar a pureza. O kimono é completamente branco e dispensam-se colares, correntes, pulseiras brincos e anéis. O esmalte deve ser discreto, alternando entre o transparente e o levemente rosado. O penteado segue o estilo tradicional. "Muitas vezes, quando não conseguem fazer o coque, as mulheres usam perucas com bastantes ornamentos coloridos, principalmente dourados", descreve.
As cerimônias normalmente são realizadas nos templos xintoístas, mas, como em muitos casos eles não são fechados e muito pequenos, é comum ocorrerem cerimônias em locais públicos. "Está na moda", destaca a especialista. Nos templos, no entanto, o cerimonial é repleto de discrição e reverência: "É comum os sacerdotes usarem a vestimenta semelhante aos membros masculinos da família real para realizar o matrimônio". No altar, onde os noivos tomam o sakê, são colocadas bençãos: "São as colheitas da terra e do mar. Hortaliças, frutas, peixe, algas marinhas. Na bandeja central do altar é que fica o sakê", conta Toyoda.
Ao final da cerimônia, os noivos se encaminham para a recepção, onde fazem a confraternização com os seus convidados. "Antigamente a festa era realizada na casa do noivo. Hoje as festas acontecem em bufês, restaurantes ou locais apropriados", esclarece a pesquisadora. Toyoda aponta a última novidade nas uniões japonesas: "É a 'foto casamento', para noivos que não querem realizar um enlace formal. Eles se vestem somente para tirar fotos para futuras lembranças", conclui.
Hinduísmo
O casamento hindu é o que mais se diferencia no cerimonial, como conta Vijaya Marga Dasa, diretor administrativo da comunidade hinduísta Nova Gokula, de Pindamonhangaba, São Paulo: "Não existe uma cerimônia específica para o casamento, o que muda é apenas a liturgia feita". A consagração é realizada através de um ritual de fogo conhecido como Agnihotra: "Ele é utilizado em várias outras celebrações, não apenas em casamentos. Monta-se uma arena de tijolos cheias de areia e nela colocam-se cinco tipos de cores, frutas, incensos e temperos, além de cocos frescos. Tudo isso forrado por folhas de bananeira". A escolha de cinco tipos de cada ingrediente simbolizam os cinco elementos da natureza.
O sacerdote conduz a cerimônia e convida os pais para sentar ao redor da arena ao lado dos noivos. A partir daí, com um brahmana (sacerdote) a cargo da liturgia, o ritual passa para o momento das promessas, repetidas pelo casal. Durante a cerimônia, por diversas vezes, alguns dos presentes são convidados a oferecer elementos ao altar de fogo após pronunciarem os mantras: "A cada mantra, os convidados oferecem cominho, coentro, cevada e trigo em pratos de cerâmica. Então o sacerdote vai com a concha de óleo de manteiga e alimenta o fogo".
A indumentária dos noivos, no lugar do paletó e do vestido branco dos católicos, são as roupas tradicionais indianas: "A roupa da noiva é vermelha, o chamado Sari, sempre muito bem ornamentada com brincos nas orelhas e no nariz e pinturas decorativas na pele. O homem normalmente usa o Dhoti, aquele saiote, juntamente com a túnica, chamada Kurta. Na Índia eles costumam usar turbante e chegam ao casamento montados em elefantes", narra Marga Dasa.
No momento da formalização do casamento, os hinduístas realizam o ritual das guirlandas de flores. "Os noivos escolhem um amigo para fazer a entrega das guirlandas. O noivo coloca o colar na noiva e vice-versa. Depois, ambos amarram as vestes um no outro e trocam de lugar", descreve Marga Dasa, acrescentando que o ritual significa que todos têm poderes iguais na relação.
A consumação final acontece na imposição da Bindi, o sinal que atesta à sociedade que aquela mulher é casada. "O marido pega uma cúrcuma (uma especiaria parecida com o açafrão), coloca em um dos dedos e toca no meio da face de sua esposa. Também espalha na linha que divide o cabelo ao meio. Simboliza que ela é uma mulher casada e todos devem respeitá-la", afirma.
Ao final, os noivos dão sete voltas ao redor da arena e, a partir daí, inicia-se a celebração. Marga Dasa conta que todos os elementos oferecidos na arena serão dados pelos noivos aos convidados. Segundo ele, a festa só tem uma restrição: "Não pode ter carne no cardápio, já que somos todos vegetarianos".
Budismo
Segundo o especialista Khaled Assary, a cerimônia começa com os mesmos rituais praticados nas outras celebrações budistas. Após uma homenagem a Buda, são proclamados os três refúgios: os nubentes repetem frases de compromisso com Buda, com Dhamma (ensinamentos e doutrinas de Buda) e com Sangha (comunidade budista). Em seguida, são repetidos os cinco preceitos básicos do budismo. "Não destruir os seres vivos, não roubar, abstenção de comportamento sexual errôneo, de maneiras errôneas de falar e de substâncias psicoativas com altas doses químicas", complementa.
A partir daí, acontecem oferendas no altar. "São três tipos: a vela, o incenso e as flores", descreve Assary. Cada oferta tem uma simbologia distinta. Na primeira, a da vela, o significado está na chama, símbolo da luz que dissipa as trevas da ignorância. O monge explica o significado e passa a vela aos pais do noivo, que repassam-na para a noiva, responsável por acendê-la no altar. O mesmo processo acontece com o noivo.
O segundo elemento, o incenso, simboliza que, assim como o seu odor toma conta do lugar, os servos de Buda devem contagiar os que estão à sua volta. O oferecimento do incenso ao altar segue a mesma ordem do da vela. Por fim vêm as flores, que simbolizam a impermanência do corpo. A noiva, nesse momento, oferece ao altar o seu buquê. E a mesma ordenação se segue.
Os próprios noivos devem preparar uma bandeja de frutas para ofertar. "Esse ritual simboliza o amor à natureza. Podem ser quaisquer frutas mais nobres e pequenas para facilitar o transporte ao altar", descreve. No budismo, explica, são aceitas as alianças como forma de oficialização do casamento.
A troca de alianças é seguida pelo ritual do arroz: "São duas vasilhas: uma maior cheia de arroz representando o suprimento mundial de alimento, já que 2/3 das comidas no mundo têm arroz e trigo em sua composição. E a outra pequena, vazia, significando a casa dos noivos. Eles devem encher aquela que representa a sua casa até transbordar". Isso significa, segundo Assary, que primeiro o casal deve suprir a sua casa e depois "deixar transbordar", no intuito de ajudar aos mais necessitados.
O tradicional beijo da noiva nos casamentos ocidentais tem sua correspondência no final do ritual budista. "Ao final da cerimônia, o noivo oferece um buquê maior e mais bonito à noiva para substituir o primeiro oferecido no altar e também em sinal de amor", conclui.
Islâmico
O ritual islâmico é o mais variado. Por ser uma religião muito difundida em diversos povos e línguas distintas, a tradição do Islã é pouco restritiva e detalhista, e os rituais variam bastante nas diversas culturas nas quais se faz presente.
Sami Isbelle, diretor do departamento institucional da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, descreve os pilares das celebrações: "O aceite dos noivos, pois ambos devem estar de acordo, a presença de duas testemunhas, podendo ser qualquer pessoa, e por último o mahar, que muitos traduzem de maneira errada como dote, ganhando uma carga pejorativa". Segundo Isbelle, o dote é uma demonstração da sinceridade do noivo com a esposa e uma maneira de a data "não passar em branco". O diretor ainda destaca: "A futura esposa que deve escolher. O dote pode ser material ou até mesmo simbólico, a decisão é da mulher".
Segundo Isbelle, como no islã não existe uma classe sacerdotal, qualquer líder comunitário da religião pode celebrar a boda. "Atualmente os sheikes, formados pelas faculdades islâmicas, têm se especializado no assunto", comenta. Apesar de não ter surgido na tradição islâmica, o uso das alianças é recomendado para simbolizar socialmente a união conjugal: "Não fere os nossos costumes".
Outro questão interessante envolve a poligamia. Segundo Isbelle, o islâmico não promete ter apenas uma mulher, porém isso não significa infidelidade: "A recomendação é de ter apenas uma mulher. A poligamia é permitida como solução emergencial para manter os vínculos da família, que são muito importantes na nossa cultura". Ele descreve o que considera uma "solução emergencial": "Em épocas de guerras, há um déficit de homens em relação ao número de mulheres. Se não fosse permitida a poligamia, haveria uma grande disputa que poderia levar muitos homens ao adultério e à infidelidade, que é abominável".
Isbelle mostra como os homens devem se comportar nesses casos. "Ele pode se casar com até quatro mulheres, com direitos legais assegurados. Contudo, a ordem é que ele seja igualitário com todas elas em todos os sentidos, porque o profeta diz que, se um homem não conseguir tratar igualmente as suas mulheres, já pode preparar seu lugar no inferno", revela.
Ao final da cerimônia, os noivos partem para a festa de casamento em que a única restrição está no cardápio. "Na alimentação, existem proibições. Não poderá ter carne de porco nem nada que contenha álcool", finaliza.
Uma cerimônia que tb é super bonita e cheia de sentimento é a judaica. Fui em uma e amei!
Segue o link para a matéria do Bolsa de Mulher: http://www.bolsademulher.com/amor/cerimonias-de-casamento-103856.html
Entrar na igreja de vestido branco, véu e grinalda ao som da marcha nupcial é o sonho de muitas mulheres. Mas nem só de alianças de ouro e chuva de arroz vivem as bodas. Você já imaginou ter o pé pisado pelo seu noivo como um sinal de amor? E se fosse proibido estourar champanhe na festa? Tem noiva que faz sua entrada rumo ao altar com a sogra ao lado...
Nas diversas culturas e religiões em todo o mundo, ritos sagrados se misturam a tradições locais e dão origem a diferentes tipos de celebrações. O Bolsa de Mulher entrevistou especialistas e autoridades no assunto, e montou um panorama dos costumes na hora do "sim" espalhados pelos quatro cantos do planeta.
União católica
O Monsenhor Sérgio Costa Couto conta como foi construído, ao longo da história, o casamento na religião católica: "Este sacramento existe desde que o mundo é mundo. No início, a família levava a noiva à casa do noivo e já eram considerados casados. Com o tempo, sentiu-se a necessidade de uma benção mais significativa. Daí surgiram os ritos". A partir de então a Igreja institucionalizou o rito dividindo-o em partes: "São elas: a entrada dos noivos, as leituras bíblicas sobre o casamento, a pregação e a troca de votos. Na verdade, a parte essencial é a declaração mútua de aceitação como casal. O resto todo é dispensável".
Para Monsenhor Costa Couto, os costumes variam entre os povos e não é ingerência da religião determiná-los. "Nos EUA, por exemplo, eles fazem a cerimônia das velas, na qual os pais, juntos com os filhos que vão se casar, acendem uma vela maior pedindo que a luz de Cristo ilumine o caminho de ambos, que passa a ser único", explica. Nos países hispânicos existe o cambio de las arras, quando os noivos trocam moedas em simbolismo da partilha de bens. Outro hábito diferente pode ser visto na Alemanha, onde os noivos colocam a aliança de casamento na mão direita: "Existe uma antiga lenda de que havia uma ligação direta entre esse dedo e o coração".
Uma das poucas exigências nas celebrações católicas tem a ver com o lugar, pois elas devem acontecer em uma igreja. Monsenhor enfatiza que celebrações fora dos templos católicos só podem ser permitidas pelo bispo. "Não tem por que ser fora da igreja. Se encontrar alguém que realize isso, desconfie", avisa.
Na realização das festas, a única recomendação é que não se torne incoerente aquilo que foi celebrado na igreja. "Recomenda-se que elas sejam alegres, não promíscuas nem incoerentes com o sacramento que se acabou de celebrar", conclui.
Casamento Grego Ortodoxo
O professor de literatura grega da UFRJ e diácono da igreja ortodoxa Henrique Cairus aponta que, apesar de igrejas-irmãs, as cerimônias ortodoxas e católicas apresentam algumas características distintas. "A principal delas está na oficialização, que na igreja ortodoxa é feita pelo sacerdote. Os noivos entram mudos e saem calados. Não existe a hora do sim, por exemplo", cita.
De acordo com Cairus, o fato de o casal estar presente já representa uma aceitação mútua. Ele acrescenta: "Durante a cerimônia, os noivos bebem três goles da mesma taça de vinho, simbolizando que não haverá mais segredos entre ambos". O momento que representa a união acontece na coroação: "Após as alianças serem colocadas pelos padrinhos, o casal é coroado. Aí, sim, está oficializado o matrimônio".
As coroas podem ser feitas com flores ou em ouro, como acontece até hoje na Rússia, lembrando as dos antigos imperadores. "Varia muito com a condição financeira dos noivos. Essas coroas são atadas uma a outra por um lenço enlaçado, demonstrando que o poder só existe na união dos dois". Na cerimônia, as coroas são trocadas três vezes entre os noivos, como forma de demonstrar que não há diferença entre a posição da mulher e a do homem na relação: "A coroa simboliza o poder na casa e as graças do Espírito Santo sobre a cabeça dos recém-casados".
No cinema, a comédia-romântica "Casamento Grego" despertou a curiosidade do público pelos ritos matrimoniais ortodoxos. E eles são muitos, já que, como conta Cairus, a religião permite que se reproduzam costumes locais nas uniões. "As tradições regionais têm liberdade na cerimônia ortodoxa. Na Grécia, os noivos já entram na igreja juntos. Existem regiões gregas em que o noivo pisa no pé da noiva, por exemplo. Mas não só na Grécia. Na Ucrânia, também adepta da religião ortodoxa, a noiva tradicionalmente usa vermelho", destaca.
Judaísmo
Entre os judeus, a cerimônia é normalmente realizada ao ar livre. "A preferência é que seja ao ar livre para relembrar o tempo em que o povo vivia em tendas. A única cobertura é o pálio que está sobre o altar, onde os noivos devem chegar para receber a benção do rabino", diz David Gorodovits, diretor-executivo do Centro de História e Cultura Judaica.
Esse pálio, chamado de chupá, deve ter apenas quatro apoios de madeira, como revela Gorodovits, que fala da entrada dos noivos rumo ao altar: "Tradicionalmente, o noivo entra primeiro, juntamente com o pai e o sogro, e depois fica sozinho sob a chupá. Em seguida, a noiva faz sua entrada com a mãe e a sogra. Antes de chegar ao pálio, ela dá sete voltas em torno do altar para simbolizar que estarão unidos pelos sete dias da semana", explica.
O matrimônio é dividido em duas partes. A primeira é uma única benção proferida pelo rabino: "Essa benção é consumada quando o noivo bebe um gole e oferece à esposa do mesmo cálice". Na segunda parte, assim como as voltas, sete também são as bençãos proferidas que consagram a união.
"Às vezes, alguns convidados são chamados para dizer algumas das bençãos. Existe uma, mais poética, que normalmente é feita pelo Chzam, o cantor litúrgico. Ao final de cada benção, o casal deve repetir o ritual de beber no mesmo cálice", narra. Ao final das sete bençãos, chega o momento de firmarem o compromisso, também simbolizado pelas alianças de ouro: "O significado é o mesmo: uma aliança sem fim".
Outra curiosidade no rito judaico é o jejum. "Durante todo o dia e até o final da cerimônia, os noivos não podem comer. Após o casamento, aí sim, eles fazem o desjejum juntos, apenas os dois, antes mesmo de entrarem na festa para a recepção dos convidados. Na festa, costuma-se colocar uma colher de prata no chão para que os recém-casados passem por cima dela. Essa atitude simboliza que eles devem passar por cima da riqueza sem serem oprimidos por ela", traduz Gorodovits.
União japonesa
Até nas cerimônias de casamento os japoneses se utilizam de pouco espaço. De acordo com Lumi Toyoda, pesquisadora e consultora de etiqueta social e empresarial japonesa, uma cerimônia muito comum na religião xintoísta, a principal do país, tem o nome de Sun Sun Kudo. Nesse tipo de celebração, geralmente só participam os noivos, os pais e os padrinhos, além dos sacerdotes. "Nem sempre os convidados comparecem à cerimônia. Na maioria das vezes, eles vão apenas à recepção", conta a especialista em cultura japonesa.
O ritual, continua Toyoda, consiste em uma espécie de brinde com sakê tomado em três cálices sobrepostos. Os cálices são de três tamanhos diferentes, numa espécie de tigela rasa, típica do país: "O primeiro a tomar é o noivo, depois vem a noiva e em seguida os padrinhos. Por fim, os demais presentes. Cada um toma o sakê em três goles em cada cálice". Segundo ela, o significado é de uma aliança sacramentada três vezes: "Já que o número três não pode ser dividido por dois, quer dizer que essa benção só é possível a dois".
No vestuário, os tradicionais quimonos. Mais exigido no caso da mulher, o homem pode trajar um terno ou fraque, por opção. Mas a especialista faz uma ressalva: "Os noivos sempre carregam um leque, que faz parte dos trajes tradicionais masculino e feminino de casamento". Há um outro ritual que despertaria controvérsia. Em algumas celebrações, a noiva entra no altar com chifres cobertos por uma touca branca. Toyoda esclarece: "O sentido de chifre é diferente. Aqui significa a bravura da mulher escondida perante seu futuro marido".
A noiva usa o branco, segundo ela, para significar a pureza. O kimono é completamente branco e dispensam-se colares, correntes, pulseiras brincos e anéis. O esmalte deve ser discreto, alternando entre o transparente e o levemente rosado. O penteado segue o estilo tradicional. "Muitas vezes, quando não conseguem fazer o coque, as mulheres usam perucas com bastantes ornamentos coloridos, principalmente dourados", descreve.
As cerimônias normalmente são realizadas nos templos xintoístas, mas, como em muitos casos eles não são fechados e muito pequenos, é comum ocorrerem cerimônias em locais públicos. "Está na moda", destaca a especialista. Nos templos, no entanto, o cerimonial é repleto de discrição e reverência: "É comum os sacerdotes usarem a vestimenta semelhante aos membros masculinos da família real para realizar o matrimônio". No altar, onde os noivos tomam o sakê, são colocadas bençãos: "São as colheitas da terra e do mar. Hortaliças, frutas, peixe, algas marinhas. Na bandeja central do altar é que fica o sakê", conta Toyoda.
Ao final da cerimônia, os noivos se encaminham para a recepção, onde fazem a confraternização com os seus convidados. "Antigamente a festa era realizada na casa do noivo. Hoje as festas acontecem em bufês, restaurantes ou locais apropriados", esclarece a pesquisadora. Toyoda aponta a última novidade nas uniões japonesas: "É a 'foto casamento', para noivos que não querem realizar um enlace formal. Eles se vestem somente para tirar fotos para futuras lembranças", conclui.
Hinduísmo
O casamento hindu é o que mais se diferencia no cerimonial, como conta Vijaya Marga Dasa, diretor administrativo da comunidade hinduísta Nova Gokula, de Pindamonhangaba, São Paulo: "Não existe uma cerimônia específica para o casamento, o que muda é apenas a liturgia feita". A consagração é realizada através de um ritual de fogo conhecido como Agnihotra: "Ele é utilizado em várias outras celebrações, não apenas em casamentos. Monta-se uma arena de tijolos cheias de areia e nela colocam-se cinco tipos de cores, frutas, incensos e temperos, além de cocos frescos. Tudo isso forrado por folhas de bananeira". A escolha de cinco tipos de cada ingrediente simbolizam os cinco elementos da natureza.
O sacerdote conduz a cerimônia e convida os pais para sentar ao redor da arena ao lado dos noivos. A partir daí, com um brahmana (sacerdote) a cargo da liturgia, o ritual passa para o momento das promessas, repetidas pelo casal. Durante a cerimônia, por diversas vezes, alguns dos presentes são convidados a oferecer elementos ao altar de fogo após pronunciarem os mantras: "A cada mantra, os convidados oferecem cominho, coentro, cevada e trigo em pratos de cerâmica. Então o sacerdote vai com a concha de óleo de manteiga e alimenta o fogo".
A indumentária dos noivos, no lugar do paletó e do vestido branco dos católicos, são as roupas tradicionais indianas: "A roupa da noiva é vermelha, o chamado Sari, sempre muito bem ornamentada com brincos nas orelhas e no nariz e pinturas decorativas na pele. O homem normalmente usa o Dhoti, aquele saiote, juntamente com a túnica, chamada Kurta. Na Índia eles costumam usar turbante e chegam ao casamento montados em elefantes", narra Marga Dasa.
No momento da formalização do casamento, os hinduístas realizam o ritual das guirlandas de flores. "Os noivos escolhem um amigo para fazer a entrega das guirlandas. O noivo coloca o colar na noiva e vice-versa. Depois, ambos amarram as vestes um no outro e trocam de lugar", descreve Marga Dasa, acrescentando que o ritual significa que todos têm poderes iguais na relação.
A consumação final acontece na imposição da Bindi, o sinal que atesta à sociedade que aquela mulher é casada. "O marido pega uma cúrcuma (uma especiaria parecida com o açafrão), coloca em um dos dedos e toca no meio da face de sua esposa. Também espalha na linha que divide o cabelo ao meio. Simboliza que ela é uma mulher casada e todos devem respeitá-la", afirma.
Ao final, os noivos dão sete voltas ao redor da arena e, a partir daí, inicia-se a celebração. Marga Dasa conta que todos os elementos oferecidos na arena serão dados pelos noivos aos convidados. Segundo ele, a festa só tem uma restrição: "Não pode ter carne no cardápio, já que somos todos vegetarianos".
Budismo
Segundo o especialista Khaled Assary, a cerimônia começa com os mesmos rituais praticados nas outras celebrações budistas. Após uma homenagem a Buda, são proclamados os três refúgios: os nubentes repetem frases de compromisso com Buda, com Dhamma (ensinamentos e doutrinas de Buda) e com Sangha (comunidade budista). Em seguida, são repetidos os cinco preceitos básicos do budismo. "Não destruir os seres vivos, não roubar, abstenção de comportamento sexual errôneo, de maneiras errôneas de falar e de substâncias psicoativas com altas doses químicas", complementa.
A partir daí, acontecem oferendas no altar. "São três tipos: a vela, o incenso e as flores", descreve Assary. Cada oferta tem uma simbologia distinta. Na primeira, a da vela, o significado está na chama, símbolo da luz que dissipa as trevas da ignorância. O monge explica o significado e passa a vela aos pais do noivo, que repassam-na para a noiva, responsável por acendê-la no altar. O mesmo processo acontece com o noivo.
O segundo elemento, o incenso, simboliza que, assim como o seu odor toma conta do lugar, os servos de Buda devem contagiar os que estão à sua volta. O oferecimento do incenso ao altar segue a mesma ordem do da vela. Por fim vêm as flores, que simbolizam a impermanência do corpo. A noiva, nesse momento, oferece ao altar o seu buquê. E a mesma ordenação se segue.
Os próprios noivos devem preparar uma bandeja de frutas para ofertar. "Esse ritual simboliza o amor à natureza. Podem ser quaisquer frutas mais nobres e pequenas para facilitar o transporte ao altar", descreve. No budismo, explica, são aceitas as alianças como forma de oficialização do casamento.
A troca de alianças é seguida pelo ritual do arroz: "São duas vasilhas: uma maior cheia de arroz representando o suprimento mundial de alimento, já que 2/3 das comidas no mundo têm arroz e trigo em sua composição. E a outra pequena, vazia, significando a casa dos noivos. Eles devem encher aquela que representa a sua casa até transbordar". Isso significa, segundo Assary, que primeiro o casal deve suprir a sua casa e depois "deixar transbordar", no intuito de ajudar aos mais necessitados.
O tradicional beijo da noiva nos casamentos ocidentais tem sua correspondência no final do ritual budista. "Ao final da cerimônia, o noivo oferece um buquê maior e mais bonito à noiva para substituir o primeiro oferecido no altar e também em sinal de amor", conclui.
Islâmico
O ritual islâmico é o mais variado. Por ser uma religião muito difundida em diversos povos e línguas distintas, a tradição do Islã é pouco restritiva e detalhista, e os rituais variam bastante nas diversas culturas nas quais se faz presente.
Sami Isbelle, diretor do departamento institucional da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, descreve os pilares das celebrações: "O aceite dos noivos, pois ambos devem estar de acordo, a presença de duas testemunhas, podendo ser qualquer pessoa, e por último o mahar, que muitos traduzem de maneira errada como dote, ganhando uma carga pejorativa". Segundo Isbelle, o dote é uma demonstração da sinceridade do noivo com a esposa e uma maneira de a data "não passar em branco". O diretor ainda destaca: "A futura esposa que deve escolher. O dote pode ser material ou até mesmo simbólico, a decisão é da mulher".
Segundo Isbelle, como no islã não existe uma classe sacerdotal, qualquer líder comunitário da religião pode celebrar a boda. "Atualmente os sheikes, formados pelas faculdades islâmicas, têm se especializado no assunto", comenta. Apesar de não ter surgido na tradição islâmica, o uso das alianças é recomendado para simbolizar socialmente a união conjugal: "Não fere os nossos costumes".
Outro questão interessante envolve a poligamia. Segundo Isbelle, o islâmico não promete ter apenas uma mulher, porém isso não significa infidelidade: "A recomendação é de ter apenas uma mulher. A poligamia é permitida como solução emergencial para manter os vínculos da família, que são muito importantes na nossa cultura". Ele descreve o que considera uma "solução emergencial": "Em épocas de guerras, há um déficit de homens em relação ao número de mulheres. Se não fosse permitida a poligamia, haveria uma grande disputa que poderia levar muitos homens ao adultério e à infidelidade, que é abominável".
Isbelle mostra como os homens devem se comportar nesses casos. "Ele pode se casar com até quatro mulheres, com direitos legais assegurados. Contudo, a ordem é que ele seja igualitário com todas elas em todos os sentidos, porque o profeta diz que, se um homem não conseguir tratar igualmente as suas mulheres, já pode preparar seu lugar no inferno", revela.
Ao final da cerimônia, os noivos partem para a festa de casamento em que a única restrição está no cardápio. "Na alimentação, existem proibições. Não poderá ter carne de porco nem nada que contenha álcool", finaliza.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Tentando voltar
Olá, minhas leitoras que ainda não existem. Hoje, já casada, resolvi voltar ao blog. Como meu marido diz, preciso superar e enfiar de vez na minha cabeça que não sou mais noiva. Mas, confesso, é difícil.
Durante todo o processo do casório eu não tinha tempo para nada: o trabalho exaustivo durante o dia e parte da noite, além das madrugas fazendo bombons para ajudar no orçamento me consumiam. Assim, só restavam as poucas madrugadas sem bombons e alguns fins de semana para eu pesquisar tudo o que eu podia e não podia sobre casamento e, é claro, me apaixonei pelo tema.
Hoje, com um pouco mais de tempo (pós-casamento, trabalho novo e adeus bombons na madruga), resolvi voltar para o blog.
Volto porque considero o que meu noivo (hj marido) e eu fizemos bacana demais para não contarmos para mais ninguém. Realizamos um sonho juntos com muita luta e dedicação. E tenho certeza que nossa história pode servir de inspiração para noivas e noivos que querem se casar, fazer o casamento dos sonhos que caiba no bolso de pessoas realistas e que sabem que não precisam do lugar mais caro do mundo para celebrar a união e o amor que sentem um pelo outro.
É isso, a partir de agora volto para o mundo das noivas, mas para contar minha experiência de ex-noiva. Espero poder ajudar.
bjs
Muriel de Paula
Durante todo o processo do casório eu não tinha tempo para nada: o trabalho exaustivo durante o dia e parte da noite, além das madrugas fazendo bombons para ajudar no orçamento me consumiam. Assim, só restavam as poucas madrugadas sem bombons e alguns fins de semana para eu pesquisar tudo o que eu podia e não podia sobre casamento e, é claro, me apaixonei pelo tema.
Hoje, com um pouco mais de tempo (pós-casamento, trabalho novo e adeus bombons na madruga), resolvi voltar para o blog.
Volto porque considero o que meu noivo (hj marido) e eu fizemos bacana demais para não contarmos para mais ninguém. Realizamos um sonho juntos com muita luta e dedicação. E tenho certeza que nossa história pode servir de inspiração para noivas e noivos que querem se casar, fazer o casamento dos sonhos que caiba no bolso de pessoas realistas e que sabem que não precisam do lugar mais caro do mundo para celebrar a união e o amor que sentem um pelo outro.
É isso, a partir de agora volto para o mundo das noivas, mas para contar minha experiência de ex-noiva. Espero poder ajudar.
bjs
Muriel de Paula
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Lista de igrejas de Resende!
A correria é tanta que não tive tempo de postar o que faltava da lista de igrejas. Agora, segue a listagem para as noivas resendenses como eu. Ainda essa semana começo a contar a saga para achar um DJ, fotógrafo e floricultura lá em Resende. Passei o feriado todo por conta disso, mas isso é assunto para outro post.
Segue a lista:
Resende:
- Igreja da Matriz – é a nossa!!! Ela é simplesmente linda e enorme. É daquelas igrejas antigas, bem tradicionais. Cabe muita gente, vamos ter até que contratar figurantes para lotá-la (Rs brincadeirinha). Os custos são acessíveis, o problema é decorar uma igreja tão grande! Horários disponíveis e custos: 11:00h, 16:00h, 17:30h – taxa de 20% do salário mínimo + 25% do salário mínimo para custeio das despesas. 19:00h – taxa de 20% do salário mínimo + 50% do salário mínimo para custeio das despesas. E 20:30h - taxa de 20% do salário mínimo + 80% do salário mínimo para custeio despesas. Na sexta-feira, às 20:00h, desde que não haja outro evento programado na Igreja. Os horários de 19h00 e 20h30 têm custos maiores por causa dos adicionais de extras de funcionários e o maior consumo de energia elétrica. Há isenção de taxa para os noivos dizimistas na paróquia que tenham contribuído com o dízimo pelo menos há três anos. (24) 3354 0862. Site: www.igrejamatrizresende.org.br
- Igreja Cristo Ressuscitado – é uma igreja com uma arquitetura mais moderna, particularmente, eu acho linda! Era uma das igrejas que tínhamos escolhido para casar, mas a Matriz acabou “vencendo” a disputa. Uma super vantagem é que tem um salão de festa simples, mas bem grande. Bem decorado, fica lindo! A taxa da igreja é R$ 105 mais a decoração (já tem tapete). O casamento só pode ser às 17h ou às 20:30, porém nesse último horário tem que pagar mais 300 reais extras. O salão custa 600 reais (tem cadeiras e mesas de barzinho, freezer e fogões). Tem que dar um cheque de 100 reais para o caso de atraso de mais de 15 minutos, eles devolvem se não atrasarmos. É uma ótima opção. (24) 3354-0069
- Igreja do Paraíso – é uma igreja bem bonita, duas amigas já se casaram lá. Tem um saão disponível para recepção. Ainda não estavam marcando casamentos, então, acabei nem pegando muitas informações. O custo é super acessível.
- Igreja Santa Cecília – é uma igrejinha linda. Bem da minha infância. É pequena, deve caber umas 150 pessoas mais ou menos. A taxa é 105 reais mais a decoração e 35 reais de iluminação. Já tem o tapete. Tem horário de 19h. (24) 3354-0657
Segue a lista:
Resende:
- Igreja da Matriz – é a nossa!!! Ela é simplesmente linda e enorme. É daquelas igrejas antigas, bem tradicionais. Cabe muita gente, vamos ter até que contratar figurantes para lotá-la (Rs brincadeirinha). Os custos são acessíveis, o problema é decorar uma igreja tão grande! Horários disponíveis e custos: 11:00h, 16:00h, 17:30h – taxa de 20% do salário mínimo + 25% do salário mínimo para custeio das despesas. 19:00h – taxa de 20% do salário mínimo + 50% do salário mínimo para custeio das despesas. E 20:30h - taxa de 20% do salário mínimo + 80% do salário mínimo para custeio despesas. Na sexta-feira, às 20:00h, desde que não haja outro evento programado na Igreja. Os horários de 19h00 e 20h30 têm custos maiores por causa dos adicionais de extras de funcionários e o maior consumo de energia elétrica. Há isenção de taxa para os noivos dizimistas na paróquia que tenham contribuído com o dízimo pelo menos há três anos. (24) 3354 0862. Site: www.igrejamatrizresende.org.br
- Igreja Cristo Ressuscitado – é uma igreja com uma arquitetura mais moderna, particularmente, eu acho linda! Era uma das igrejas que tínhamos escolhido para casar, mas a Matriz acabou “vencendo” a disputa. Uma super vantagem é que tem um salão de festa simples, mas bem grande. Bem decorado, fica lindo! A taxa da igreja é R$ 105 mais a decoração (já tem tapete). O casamento só pode ser às 17h ou às 20:30, porém nesse último horário tem que pagar mais 300 reais extras. O salão custa 600 reais (tem cadeiras e mesas de barzinho, freezer e fogões). Tem que dar um cheque de 100 reais para o caso de atraso de mais de 15 minutos, eles devolvem se não atrasarmos. É uma ótima opção. (24) 3354-0069
- Igreja do Paraíso – é uma igreja bem bonita, duas amigas já se casaram lá. Tem um saão disponível para recepção. Ainda não estavam marcando casamentos, então, acabei nem pegando muitas informações. O custo é super acessível.
- Igreja Santa Cecília – é uma igrejinha linda. Bem da minha infância. É pequena, deve caber umas 150 pessoas mais ou menos. A taxa é 105 reais mais a decoração e 35 reais de iluminação. Já tem o tapete. Tem horário de 19h. (24) 3354-0657
domingo, 30 de maio de 2010
Lista / relação de Igrejas Casamento Rio de Janeiro!!! Finalmente...
Oi gente, estávamos sumidos. É muita correria para ver tanta coisa para o casamento, mas como prometido, estou passando a lista / relação de igrejas que tenho.
Enquanto íamos decidindo se casaríamos no Rio, Niterói ou Resende, fui acumulando informações sobre as igrejas, endereços, preços etc, mesmo das que não visitei. E como boa noiva que sou e que sempre pensa nas amigas que ainda vão casar, guardei os contatos todos (tudo numa lista de Excel, pois o conhecimento sobre comunicação e sistemas de TI me ensinou que assim era mais fácil montar um banco de dados). Mas como não sei colocar arquivos aqui, vou dividir os posts por cidade. Hoje, vou colocar a lista do Rio.
Essas aqui são as que eu consegui pesquisar, ligar (algumas foram indicadas por outras noivas e vistas em blogs de igrejas e casamentos). Vale aumentar essa lista, quem quiser contribuir, fique à vontade. Então, vamos lá, segue a primeira lista. Ah, tem também um link para uma lista da Revista Manequim Noiva.
Lista de igrejas casamento Rio de Janeiro:
Tijuca e arredores:
- Paróquia do Divino Espírito Santo – é uma igreja pequena, mas bem bonitinha. Tem um salão bem pertinho, que é barato. Fica pertinho da UERJ, em Vila Isabel. Está em obras e ainda não tem previsão de término. (21) 2567-9056
- Basílica de Santa Teresinha do Menino Jesus dos Frades Carmelitas Descalços – fica na Mariz e Barros. O problema dessa igreja é que não tem salão de festas. É uma igreja bem bonita, mas achei um pouco cara: custa 2 salários mínimos (inclui celebrante, tapete, iluminação e chuva de rosas). Contato: (21) 2569-8904
- Igreja Nossa Senhora do Líbano – a igreja e o salão são lindos. Fica na Rua Conde de Bonfim . A taxa da igreja custa 500 reais - já com tapete, luzes e o padre. Tem um salão para 350 pessoas, já com mesas e cadeiras. Custa R$ 2500. Não fazem casamento aos domingos. Só não fizemos aqui porque não tinha a nossa data. (21) 2208-4846 / (21) 2288-9220
- Capela de São Cristovão – não cheguei a visitar, mas me disseram que era bem bonitinha, mas bem pequena – desisti. (21) 2585-2845 / (21) 3461-3592
- Igreja de Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa – é uma igreja bem grande que fica na Rua Dr. Satamini, 333 (me disseram que é perto da subida do Hospital São Vicente de Paulo. Não consegui falar nesse tel, mas segue o número: (21) 2502-6349
- Igreja Nossa Senhora de Lourdes – fica na Rua 28 de setembro. É uma igreja bonita, mas achei muito escura. Só marca a partir de setembro. Custa 2 salários mínimos para a cerimônia e 2 salários para o salão. O salão cabe 120 pessoas sentadas ou 300 em pé, só que não pode ter mais cadeiras. (21) 2568-3821
- Igreja São Francisco Xavier – é linda e grande. Tem três horários (18 e 19h - custa 700 reais - e 20h custa 900 reais). Tem um salão para o último horário que cabe 200 pessoas - custa R$ 1.200. Já tem 40 mesas e 160 cadeiras plásticas. (21) 2234-2095
Centro:
- Igreja Candelária – fica bem no centro da cidade, no fim (ou início – depende de onde se vem) da Presidente Vargas. É uma igreja enorme e bem cara. Nem liguei, mas quem quiser, segue o telefone: (21) 2233-2324
- Igreja de São Francisco de Paula – é uma igreja famosa pelos casamentos de famosos (trocadilho infeliz rs). É simplesmente linda e grande!!! (21) 2231-0070
- Igreja de São José – é uma igreja linda que tem um estilo mais barroco, estilo rebuscado. Essa eu nem liguei, era muito grande! (21) 2231-1515.
- Igreja Santa Rita – é uma igreja perto da Candelária. A taxa é 1700 mais a decoração. O tapete e a iluminação estão incluídos. Não tem salão. Funciona aos sábado de 8h até 12h. (21) 2253-7564
- Igreja Nossa Senhora de Bonsucesso – Rua Santa Luzia. O horário de atendimento é de 8 às 11:30 - falar com Vera Freire (2569-6585 - 9978-4033). Achei linda, mas não era para o meu bolso! (21) 2220-3001
- Igreja de Santa Rita – fica no Largo de Santa Rita. É uma igreja branca e dourada. Dizem que é bem bonita. (21) 2233-2731
- Igreja Nossa Senhora do Carmo – Essa igreja é linda!!! É a antiga catedral do Rio. Por dentro é toda branca com dourado. Para nós era muito cara. (21) 22424828 / 2242-7766
- Igreja Santa Cruz dos Militares – não visitei essa igreja, mas liguei para pegar as informações sobre ela. O interior é branco, com azul e amarelo. (21) 2231-1515
Glória:
- Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro – é uma igreja linda, linda! As taxas ficam em 3000 mil (demais para mim). Tem um salão para 250, sem mesas, só cadeiras e mesa para o bolo, que custa mais 3 mil. (para quem pode vale a pena, amei a igreja). (21) 2225-2869 / 2285-2600 / 2557-4600. Site: www.outeirodagloria.org.br
Laranjeiras:
- Capela do Pálacio Guanabara – fica na Rua Pinheiro Machado, Laranjeiras. É uma igreja linda e ideal para quem vai fazer um casamento para poucas pessoas, pois não é muito grande. Vantagem: é bem barata e tem um jardim lindo para as fotos. Desvantagem: tem que procurar com antecedência uma vez que o preço e beleza fazem com que a procura seja intensa. Não tinha mais a minha data. Custa R$ 250 (padre, tapete e iluminação). A decoração é divida com as outras noivas (são 4 no sábado e 2 na sexta). Não fazem casamento aos domingos. Indicam a floricultura. (21) 2299-5204 / 2334-3301 / 2299-5439
Botafogo:
- Capela Nossa Senhora das Graças – é simplesmente maravilhosa!!! Mas impossível para o meu bolso (custa R$ 1300 – inclui tapete, iluminação e ar condicionado). Cabem 200 pessoas sentadas. Tem um salão lindo para 400 pessoas, que custa 3 mil sem nenhum móvel (inclui 2 funcionários nos banheiros). O aluguel da mesa custa 7 reais e uma cadeira 4 reais. Horário das cerimônias: 10 às 11h e 20h. A recepção pode ser de 11 às 15h e de 21h às 1h. Tel: (21) 22664166
- Igreja Santa Terezinha – A taxa é 1000 reais (inclui padre, tapete e iluminação). Comporta 600 pessoas na igreja, mas no salão só cabe 200 pessoas. O salão custa 600 reais (inclui 2 freezers, 1 fogão industrial). Eles alugam as mesas por 8 reais o jogo (mesa bar). Fica ao lado do Shopping Rio Sul. (21) 2295-5197 / (21) 2543-1770
Flamengo:
- Capela Real Nossa Senhora das Graças – demorei a descobrir que essa e a de botafogo não eram as mesmas. A Igreja custa 2000 (capela, tapete, sino, chuva de pétala, segurança, 10 vagas especiais e estacionamento por 5 reais). O salão custa 3000 e cabem 300 pessoas. Tem 2 camareiras e 1 funcionário para cuidar da elétrica e hidráulica. Eles também fazem no domingo, depois da missa, ou às 11h. Não tem mais nenhum sábado em 2010. Tel: (21) 2558-7961 / 6194
Lagoa
- Paróquia Santa Margarida Maria – não conheço, mas tenho uma amiga que é louca para casar nessa igreja. Quer dizer, agora ela não sabe mais se vai se casar lá, uma vez que diz a lenda que todo mundo que se casa lá, se separa depois. Eu não acredito nisso, mas ela está repensando. RS. Segue o site: pmargaridamaria@terra.com.br
Alto da Boa Vista:
- Capela Santo Cristo dos Milagres – Alto da Boa Vista. A cerimônia é 1500 e cabem umas 80 pessoas sentadas e 150 no total (2 cerimonialistas, 2 aparelhos de ar, 1 gerador, 1 tapete e padre). Tem salão para 270 pessoas e custa 2000 reais sem móveis. Mas é muito difícil de arrumar vaga, pois só tem um casamento por dia. Tem um salão legal, mas não sei o custo. (21) 2492-5374
- Igreja Nossa Senhora da Luz – essa igreja é bonitinha, mas muito pequena. Impossível para o nosso casório. (21) 3492-2144
- Igreja de São Camillo de Lelis – ela fica na subida para o Alto. É uma igreja simples, mas bem acessível. A taxa é 450 mais a decoração. O tapete já está incluído. Tem um salão para 200 pessoas, mas não tem todas as cadeiras e mesas. O salão também custa 450 reais. Funciona aos sábado de 8h até 12h. (21) 2238-3509. O site é http://www.paroquiasaocamilo.com.br/
Rio Comprido
- Igreja de São Pedro Apóstolo – (21) 2273-5798. Essa eu não liguei, nem visitei, mas é uma igreja bem grande.
Urca
- Igreja Nossa Senhora do Brasil – O lugar é lindo. A igreja não é muito grande. Custa 3 salários mínimos (igreja, celebrante, igreja, iluminação). Só pode usar os músicos e floristas indicados pela igreja. Não tem salão. O custo era muito alto para nós. (21) 2295-0496
Cosme Velho
- Igreja São Judas Tadeu – Essa eu nem liguei, mas segue o tel: 2225-1128
Lista Revista Manequim Noiva: http://manequim.abril.com.br/noiva/cerimonia/religioso/escolha-sua-igreja-501385.shtml?page=page3
Enquanto íamos decidindo se casaríamos no Rio, Niterói ou Resende, fui acumulando informações sobre as igrejas, endereços, preços etc, mesmo das que não visitei. E como boa noiva que sou e que sempre pensa nas amigas que ainda vão casar, guardei os contatos todos (tudo numa lista de Excel, pois o conhecimento sobre comunicação e sistemas de TI me ensinou que assim era mais fácil montar um banco de dados). Mas como não sei colocar arquivos aqui, vou dividir os posts por cidade. Hoje, vou colocar a lista do Rio.
Essas aqui são as que eu consegui pesquisar, ligar (algumas foram indicadas por outras noivas e vistas em blogs de igrejas e casamentos). Vale aumentar essa lista, quem quiser contribuir, fique à vontade. Então, vamos lá, segue a primeira lista. Ah, tem também um link para uma lista da Revista Manequim Noiva.
Lista de igrejas casamento Rio de Janeiro:
Tijuca e arredores:
- Paróquia do Divino Espírito Santo – é uma igreja pequena, mas bem bonitinha. Tem um salão bem pertinho, que é barato. Fica pertinho da UERJ, em Vila Isabel. Está em obras e ainda não tem previsão de término. (21) 2567-9056
- Basílica de Santa Teresinha do Menino Jesus dos Frades Carmelitas Descalços – fica na Mariz e Barros. O problema dessa igreja é que não tem salão de festas. É uma igreja bem bonita, mas achei um pouco cara: custa 2 salários mínimos (inclui celebrante, tapete, iluminação e chuva de rosas). Contato: (21) 2569-8904
- Igreja Nossa Senhora do Líbano – a igreja e o salão são lindos. Fica na Rua Conde de Bonfim . A taxa da igreja custa 500 reais - já com tapete, luzes e o padre. Tem um salão para 350 pessoas, já com mesas e cadeiras. Custa R$ 2500. Não fazem casamento aos domingos. Só não fizemos aqui porque não tinha a nossa data. (21) 2208-4846 / (21) 2288-9220
- Capela de São Cristovão – não cheguei a visitar, mas me disseram que era bem bonitinha, mas bem pequena – desisti. (21) 2585-2845 / (21) 3461-3592
- Igreja de Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa – é uma igreja bem grande que fica na Rua Dr. Satamini, 333 (me disseram que é perto da subida do Hospital São Vicente de Paulo. Não consegui falar nesse tel, mas segue o número: (21) 2502-6349
- Igreja Nossa Senhora de Lourdes – fica na Rua 28 de setembro. É uma igreja bonita, mas achei muito escura. Só marca a partir de setembro. Custa 2 salários mínimos para a cerimônia e 2 salários para o salão. O salão cabe 120 pessoas sentadas ou 300 em pé, só que não pode ter mais cadeiras. (21) 2568-3821
- Igreja São Francisco Xavier – é linda e grande. Tem três horários (18 e 19h - custa 700 reais - e 20h custa 900 reais). Tem um salão para o último horário que cabe 200 pessoas - custa R$ 1.200. Já tem 40 mesas e 160 cadeiras plásticas. (21) 2234-2095
Centro:
- Igreja Candelária – fica bem no centro da cidade, no fim (ou início – depende de onde se vem) da Presidente Vargas. É uma igreja enorme e bem cara. Nem liguei, mas quem quiser, segue o telefone: (21) 2233-2324
- Igreja de São Francisco de Paula – é uma igreja famosa pelos casamentos de famosos (trocadilho infeliz rs). É simplesmente linda e grande!!! (21) 2231-0070
- Igreja de São José – é uma igreja linda que tem um estilo mais barroco, estilo rebuscado. Essa eu nem liguei, era muito grande! (21) 2231-1515.
- Igreja Santa Rita – é uma igreja perto da Candelária. A taxa é 1700 mais a decoração. O tapete e a iluminação estão incluídos. Não tem salão. Funciona aos sábado de 8h até 12h. (21) 2253-7564
- Igreja Nossa Senhora de Bonsucesso – Rua Santa Luzia. O horário de atendimento é de 8 às 11:30 - falar com Vera Freire (2569-6585 - 9978-4033). Achei linda, mas não era para o meu bolso! (21) 2220-3001
- Igreja de Santa Rita – fica no Largo de Santa Rita. É uma igreja branca e dourada. Dizem que é bem bonita. (21) 2233-2731
- Igreja Nossa Senhora do Carmo – Essa igreja é linda!!! É a antiga catedral do Rio. Por dentro é toda branca com dourado. Para nós era muito cara. (21) 22424828 / 2242-7766
- Igreja Santa Cruz dos Militares – não visitei essa igreja, mas liguei para pegar as informações sobre ela. O interior é branco, com azul e amarelo. (21) 2231-1515
Glória:
- Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro – é uma igreja linda, linda! As taxas ficam em 3000 mil (demais para mim). Tem um salão para 250, sem mesas, só cadeiras e mesa para o bolo, que custa mais 3 mil. (para quem pode vale a pena, amei a igreja). (21) 2225-2869 / 2285-2600 / 2557-4600. Site: www.outeirodagloria.org.br
Laranjeiras:
- Capela do Pálacio Guanabara – fica na Rua Pinheiro Machado, Laranjeiras. É uma igreja linda e ideal para quem vai fazer um casamento para poucas pessoas, pois não é muito grande. Vantagem: é bem barata e tem um jardim lindo para as fotos. Desvantagem: tem que procurar com antecedência uma vez que o preço e beleza fazem com que a procura seja intensa. Não tinha mais a minha data. Custa R$ 250 (padre, tapete e iluminação). A decoração é divida com as outras noivas (são 4 no sábado e 2 na sexta). Não fazem casamento aos domingos. Indicam a floricultura. (21) 2299-5204 / 2334-3301 / 2299-5439
Botafogo:
- Capela Nossa Senhora das Graças – é simplesmente maravilhosa!!! Mas impossível para o meu bolso (custa R$ 1300 – inclui tapete, iluminação e ar condicionado). Cabem 200 pessoas sentadas. Tem um salão lindo para 400 pessoas, que custa 3 mil sem nenhum móvel (inclui 2 funcionários nos banheiros). O aluguel da mesa custa 7 reais e uma cadeira 4 reais. Horário das cerimônias: 10 às 11h e 20h. A recepção pode ser de 11 às 15h e de 21h às 1h. Tel: (21) 22664166
- Igreja Santa Terezinha – A taxa é 1000 reais (inclui padre, tapete e iluminação). Comporta 600 pessoas na igreja, mas no salão só cabe 200 pessoas. O salão custa 600 reais (inclui 2 freezers, 1 fogão industrial). Eles alugam as mesas por 8 reais o jogo (mesa bar). Fica ao lado do Shopping Rio Sul. (21) 2295-5197 / (21) 2543-1770
Flamengo:
- Capela Real Nossa Senhora das Graças – demorei a descobrir que essa e a de botafogo não eram as mesmas. A Igreja custa 2000 (capela, tapete, sino, chuva de pétala, segurança, 10 vagas especiais e estacionamento por 5 reais). O salão custa 3000 e cabem 300 pessoas. Tem 2 camareiras e 1 funcionário para cuidar da elétrica e hidráulica. Eles também fazem no domingo, depois da missa, ou às 11h. Não tem mais nenhum sábado em 2010. Tel: (21) 2558-7961 / 6194
Lagoa
- Paróquia Santa Margarida Maria – não conheço, mas tenho uma amiga que é louca para casar nessa igreja. Quer dizer, agora ela não sabe mais se vai se casar lá, uma vez que diz a lenda que todo mundo que se casa lá, se separa depois. Eu não acredito nisso, mas ela está repensando. RS. Segue o site: pmargaridamaria@terra.com.br
Alto da Boa Vista:
- Capela Santo Cristo dos Milagres – Alto da Boa Vista. A cerimônia é 1500 e cabem umas 80 pessoas sentadas e 150 no total (2 cerimonialistas, 2 aparelhos de ar, 1 gerador, 1 tapete e padre). Tem salão para 270 pessoas e custa 2000 reais sem móveis. Mas é muito difícil de arrumar vaga, pois só tem um casamento por dia. Tem um salão legal, mas não sei o custo. (21) 2492-5374
- Igreja Nossa Senhora da Luz – essa igreja é bonitinha, mas muito pequena. Impossível para o nosso casório. (21) 3492-2144
- Igreja de São Camillo de Lelis – ela fica na subida para o Alto. É uma igreja simples, mas bem acessível. A taxa é 450 mais a decoração. O tapete já está incluído. Tem um salão para 200 pessoas, mas não tem todas as cadeiras e mesas. O salão também custa 450 reais. Funciona aos sábado de 8h até 12h. (21) 2238-3509. O site é http://www.paroquiasaocamilo.com.br/
Rio Comprido
- Igreja de São Pedro Apóstolo – (21) 2273-5798. Essa eu não liguei, nem visitei, mas é uma igreja bem grande.
Urca
- Igreja Nossa Senhora do Brasil – O lugar é lindo. A igreja não é muito grande. Custa 3 salários mínimos (igreja, celebrante, igreja, iluminação). Só pode usar os músicos e floristas indicados pela igreja. Não tem salão. O custo era muito alto para nós. (21) 2295-0496
Cosme Velho
- Igreja São Judas Tadeu – Essa eu nem liguei, mas segue o tel: 2225-1128
Lista Revista Manequim Noiva: http://manequim.abril.com.br/noiva/cerimonia/religioso/escolha-sua-igreja-501385.shtml?page=page3
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
6 Meses
Amigos, boa noite!
6 meses para o casamento...vamos combinar que é muito tempo, não concordam? Pois é...com certeza vocês concordam, mas elas não...Se você acha que sua namorada é ansiosa, é porque a data do casamento ainda não está marcada, e não há argumento nessa vida que fará ela acreditar nisso, pode tentar do clássico: Calma amor, vai dar tempo, eu garanto, o básico já está decidido...até os mais pitorescos como: Lembra que o Gugu falava no programa Viva Noite que com 60 segundos ele ia do Rio a Sp antes de cada prova? Se ele faz isso, a gente casa em 6 meses tranquilamente...(exemplo meramente ilustrativo, não tentem em casa, eu não tentei...ainda).
Há duas maneiras de resolver esse problema: uma é deixar ela resolver tudo, mas não reclame se você chegar na Igreja e tiver um decoração toda rosa de borboleta, e com cerveja ruim na festa...a outra é decidindo as coisas. Confesso que tenho certo problema em imaginar decorações, cenários, convites... Homem é visual, logo a gente precisa ver pra decidir...Entendo que deve ser frustrante e até um pouco revoltante quando elas falam, a gente não entende nada e ficamos com aquela cara de paisagem...mas com certeza se tiver um plano pronto, com exemplos, fotos, nós saberemos identificar qual gostamos ou não, essa é uma dica que vai evitar muitas horas de discussão...(se ela for de comunicação, pode até pedir Power Point, rsrsrsrsrs).
Então é isso gente... 6 meses é tempo suficiente pra decidir e resolver tudo...ou não!rsrsrsrsrs
UP: estou começando a ficar desesperada com a calma dele! rs
6 meses para o casamento...vamos combinar que é muito tempo, não concordam? Pois é...com certeza vocês concordam, mas elas não...Se você acha que sua namorada é ansiosa, é porque a data do casamento ainda não está marcada, e não há argumento nessa vida que fará ela acreditar nisso, pode tentar do clássico: Calma amor, vai dar tempo, eu garanto, o básico já está decidido...até os mais pitorescos como: Lembra que o Gugu falava no programa Viva Noite que com 60 segundos ele ia do Rio a Sp antes de cada prova? Se ele faz isso, a gente casa em 6 meses tranquilamente...(exemplo meramente ilustrativo, não tentem em casa, eu não tentei...ainda).
Há duas maneiras de resolver esse problema: uma é deixar ela resolver tudo, mas não reclame se você chegar na Igreja e tiver um decoração toda rosa de borboleta, e com cerveja ruim na festa...a outra é decidindo as coisas. Confesso que tenho certo problema em imaginar decorações, cenários, convites... Homem é visual, logo a gente precisa ver pra decidir...Entendo que deve ser frustrante e até um pouco revoltante quando elas falam, a gente não entende nada e ficamos com aquela cara de paisagem...mas com certeza se tiver um plano pronto, com exemplos, fotos, nós saberemos identificar qual gostamos ou não, essa é uma dica que vai evitar muitas horas de discussão...(se ela for de comunicação, pode até pedir Power Point, rsrsrsrsrs).
Então é isso gente... 6 meses é tempo suficiente pra decidir e resolver tudo...ou não!rsrsrsrsrs
UP: estou começando a ficar desesperada com a calma dele! rs
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
SÓ FALTAM 6 MESES PARA O NOSSO CASAMENTO!!!
Hoje, dia 13 de maio... Ué, dia 13 de maio! Meus Deus, só faltam 6 meses para nosso casamento. Que desespero!!! Tenta coisa para resolvermos ainda, tantos detalhes... mas meu noivo só tem uma frase a dizer: calma, amor, vai dar tempo. Que vai dar tempo eu sei, mas que eu fico ansiosa, eu fico.
Atualmente, nossa missão é definir o conceito do casamento e a identidade visual. O nosso primo Leo (é já me acho da família) está nos ajudando com isso e já nos enviou duas propostas, mas nós dois ainda não chegamos num acordo sobre o assunto. Minha meta é definir tudo isso na semana que vem e tocar o barco. Vou montar o projeto e apresentar ao Tsu. Sim, eu sou de comunicação e não consigo fazer diferente. Nosso casório vai ser um sucesso e encarado como se fosse um evento para cliente. E o melhor, tudo isso com um orçamento mega apertado. Vou ter que usar de muita criatividade para isso. Quem sabe esse evento não vira referência para outras noivas que tem pouco dindim?
Ah, acabei de fazer a relação de igrejas e já já publico para vocês (será que tem alguém aí?)
Atualmente, nossa missão é definir o conceito do casamento e a identidade visual. O nosso primo Leo (é já me acho da família) está nos ajudando com isso e já nos enviou duas propostas, mas nós dois ainda não chegamos num acordo sobre o assunto. Minha meta é definir tudo isso na semana que vem e tocar o barco. Vou montar o projeto e apresentar ao Tsu. Sim, eu sou de comunicação e não consigo fazer diferente. Nosso casório vai ser um sucesso e encarado como se fosse um evento para cliente. E o melhor, tudo isso com um orçamento mega apertado. Vou ter que usar de muita criatividade para isso. Quem sabe esse evento não vira referência para outras noivas que tem pouco dindim?
Ah, acabei de fazer a relação de igrejas e já já publico para vocês (será que tem alguém aí?)
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